Por que "Apontando Estrelas"?


Apontar estrelas é maravilhar-se com o céu noturno, é querer abraçar a imensidão do Universo, tentando tocar os astros com a ponta dos dedos.

Apontar estrelas é, também, desenhar estrelas com pontas, afastando-as de complicados objetos astrofísicos, trazendo-as para o cotidiano.

Apontar estrelas é divulgar a Astronomia.

Bem-vindo a "Apontando Estrelas".



Conteúdo:

Curiosidade do mês
Todo mês, um novo texto astronômico.

Astronomia em quadrinhos
Um jeito diferente e divertido de aprender Astronomia.

Matéria escura
Quadrinhos, cinema, literatura e outros interesses pessoais.

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Curiosidade do mês

    O Planetário do Rio publica um folder mensal contendo sua programação e, entre outras coisas, um breve texto sobre astronomia, a curiosidade do mês. Desde fevereiro de 1998 eu tenho sido responsável por este texto.

    Para receber, sem nenhum custo, o folder mensal do Planetário, mande seu nome e endereço para o Planetário do Rio.

    Escrever a curiosidade do mês seria muito mais difícil se eu não pudesse contar com o Space Calendar, da NASA.

 

Mil anos

Dez - 2000

Enfim, o fim. Do milênio, diga-se. Mil anos que nos trouxeram da idade das trevas até um conturbado século XXI. Doze mil meses de vitórias e derrotas, homens contra homens, e todos contra as adversidades impostas por nosso planeta. Cinqüenta e duas mil semanas, mais ou menos, de uma lenta escalada rumo ao conhecimento tecnológico que nos permitiu realizar proezas antes impensadas. Mais de 365 mil dias de trabalho árduo, e outras tantas noites mal dormidas por gênios que ousaram pensar não só em si mesmos, mas em toda uma espécie: nós.

Dezembro, este mês de nome inconclusivo que remete ao dez mas é o décimo segundo, nos traz ao limiar de um novo milênio. Logo estaremos em janeiro, este sim um nome repleto de significados ainda válidos, uma homenagem ao deus Janos, de duas caras, que olhava o futuro e o passado simultaneamente. E em janeiro, estaremos enfim no terceiro milênio.

Não há rumores sobre o fim do mundo. Afinal, o mundo não acabou quando do eclipse total do Sol, em agosto de 1999, conforme temiam alguns. E não acabou na virada do ano 2000 (apesar da febre do bug do milênio, que travaria computadores, zeraria contas nos bancos e derrubaria os aviões em pleno vôo...). A humanidade, como um todo, já superou este tipo de crença.

Na outra virada de milênio, ao final do ano 1000, também não houve pânico. Não por falta de superstições, é claro, mas sim por uma ignorância mais básica: o desconhecimento, pela grande maioria, do calendário vigente. Havia ainda um número significativo de pessoas que se baseava na fundação de Roma como marco temporal. Nosso ano 1000, para eles, era 1753. E não há mundo que se acabe em um ano tão comum como 1753…

Mas prestando-lhes uma homenagem, aos agricultores, artesãos, poetas e nobres da última virada do milênio, não há como não perceber o quão alienígenas eles nos seriam, se convivêssemos todos. Ou melhor, o quão estranhos nos lhe pareceríamos. E, pergunta natural, quão estranhos nos parecerão as futuras gerações, que viverão a próxima virada do milênio.

Celebremos esta virada de ano, que é também do século e do milênio, apoiados sobre os ombros de nossos antepassados, prontos a erguer nossos sucessores.
 




Outras curiosidades



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Quadrinhos



 

O Sistema Solar formou-se a partir de uma gigantesca nuvem de gás e poeira. Algumas porções desta nuvem começaram a se condensar, formando corpúsculos de maior densidade.

Um destes corpúsculos formou-se na região central da nuvem e, com o tempo, sua força de gravidade foi atraindo cada vez mais matéria, fazendo-o crescer. Milhões e milhões de anos se passaram até que esta matéria aglutinada exercesse pressão suficiente no núcleo deste corpo, forçando sua temperatura interna a atingir valores elevadíssimos. Nesta fornalha interior, reações de fusão nuclear começaram a acontecer, iniciando um processo de geração de energia. Este corpo é o Sol.

Ao redor da estrela central, outros aglomerados de matéria se formaram. Nenhum foi capaz de gerar energia através da fusão. Não são estrelas, e sim planetas. Giram ao redor do Sol, atraídos por sua gravidade.

Mas muito deste material original da nuvem acabou sobrando, formando corpos menores. Grandes blocos de poeira congelada formam uma casca esférica muito além do planeta Plutão, o mais distante do Sol. Estes icebergs espaciais são os cometas.

Já os asteróides são formações rochosas que têm tamanhos variáveis, desde o tamanho de uma casa até o tamanho de uma grande montanha, e formatos irregulares. Estão predominantemente concentrados em uma larga faixa entre Marte e Júpiter, no que se costuma chamar Cinturão de Asteróides.

Mas existem asteróides que vagam pelo espaço e, porventura, podem se aproximar da Terra. Talvez tenha sido a queda de um asteróide deste tipo que tenha causado a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos.

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Matéria escura



 

Assim como 90% do Universo é composto por um tipo de matéria que ninguém sabe direito o que é (a matéria escura), uma pessoa normal tem vários outros interesses, preferências e hobbies além do seu trabalho. 

Em breve você vai poder ver as outras coisas que despertam o meu interesse (e decidir se eu sou normal). 



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Créditos

 

Este sou eu, nos idos de 1990. 

De lá para cá, eu mudei um pouco, aprendi muitas coisas novas e vivi algumas situações engraçadas. 

Mas eu não fiz esta página sozinho... 

Em breve você vai poder conhecer todos os que me ajudaram a fazê-la (e um pouco mais de mim, também...).



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