Área: Populações vulneráveis
05/16/2020, 17:10:48
D002 - NOME DO DESAFIO RECEITA ONLINE
Nome do ProponenteIgor Raphael Lins Cavalcante
JustificativaViabilizar o acesso à medicação controlada através de emissão de receita médica por meio eletrônico.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio
Público AlvoPessoas que façam uso de medicação controlada, Médicos, Farmácias e instituições de Saúde que possam fazer usufruto das informações geradas por esse sistema
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D006 - NOME DO DESAFIO UM QUILO DE AMOR.
Nome do ProponenteIgor Santos Mascarenhas
JustificativaO desafio consiste em arrecadar alimentos a pessoas carentes de uma forma diferente. O site/app atacaria algumas pontos na hora da doação.

1 - Uma das grandes barreiras na hora de doar alimentos sempre foi o saber onde doar, nem todas as pessoas sabem onde podem doar para ajudar alguém, o app/site “Um quilo de amor” sería uma plataforma acessível e confiável, principalmente porque as doações serão feitas em “quilos” e não em reais e listaria os pontos mais próximos de doação.

2 - Outra grande barreira é o deslocamento, as pessoas até querem doar, mas não se motivam a ir aos pontos de doação ou não sabem onde fazer isso, o app além de listar os lugares mais próximos poderia receber parceiros para doação, como supermercados (Principalmente), farmácias e escolas, onde as pessoas pudessem deixar os alimentos para serem colocados, recolhidos e repassados a famílias carentes. (Isso aconteceu em um supermercado próximo a minha casa, onde uma Igreja estava arrecadando, as pessoas que conheciam a igreja e viam a logo na caixa doavam os alimentos, isso facilita, pois algumas pessoas não gostam de doar o dinheiro diretamente).

3 - Doação sem sair de casa.Também relacionado a barreira do deslocamento, principalmente agora na pandemia, nessa opção, a pessoa ao acessar o app selecionaria algum produto ou alimento para a doação que estivesse em falta para completar as cestas básicas e alguém iria buscar em sua casa, pois as pessoas querem ajudar, mas não querem sair de casa e isso poderia facilitar a aumentar bastante a quantidade de doações.
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis
Público AlvoPopulações vulneráveis
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D016 - NOME DO DESAFIO APLICATIVO DE ENTREGAS
Nome do ProponenteAline Os (Aline Oliveira e Riera)
JustificativaDiante da atual crise pandêmica, milhares de pessoas estão recorrendo ao trabalho de entrega de encomendas utilizando a bicicleta. A ideia é desenvolver um aplicativo que, diferente dos atuais em uso, seja exclusivamente voltado para mulheres e pessoas LGBTQs, e que a maior parte da taxa de entrega seja destinado a este público (a proposta é que seja pago de 50 a 70%, contra os 30 a 40% dos aplicativos em uso).
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis, Empresas e comércio
Público AlvoMulheres e pessoas LGBTs e todos os interessados em entregas à domicílio
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D021 - NOME DO DESAFIO PLATAFORMA DE COOPERAÇÃO SOCIAL
Nome do ProponenteMarcelo Pereira de Souza
JustificativaCriar uma plataforma para conectar pessoas necessitadas com as fontes de recursos.
O público alvo seria pessoas em situação de isolamento, em estado de vulnerabilidade social, econômica ou psicológica, bem como pequenas empresas que necessitam fazer seu negócio girar mas possuem dificuldades de acesso aos seus potenciais clientes.
Baseia-se em um aplicativo para celular ou computador com características semelhantes aos aplicativos de encontros ou de ensino à distância, onde o usuário pode procurar ajuda de acordo com sua necessidade, dividido em canais: Econômico, Saúde, Pessoal, Profissional, etc.
Exemplo:
Profissional: Pessoas ou pequenas empresas cadastradas, ofertando produtos ou serviços, segmentados por região.
Pessoal: Pessoas em estado de ansiedade podendo interagir com psicólogos, terapeutas, ou mesmo com outras pessoas para obter algum conforto.
Econômico: Seriam formados por 3 grupos: o das pessoas que cadastram suas necessidades (alimentos ou remédios), o dos fornecedores (que também fazem entregas) que ao ver a mensagem sinaliza que possui o pedido e informa o valor, e o grupo formado pelas pessoas que pagarão pelo pedido.
Saúde: Usuários receberiam orientações de profissionais de saúde cadastrados sobre procedimentos de profilaxia ou identificação de sintomas.
Outra possibilidade, seria a obtenção de informações sobre hospitais próximos a sua localidade, com disponibilidade de consultas, vagas de leitos, etc fornecidas pelas unidades de saúde conectadas ao sistema, ou por algum órgão centralizador.
Os atendimentos poderiam ser personalizados, em forma de chamadas de vídeo ou de áudio ou orientações em mensagens gravadas.
Por sua característica modular, novos canais podem ser adicionados à plataforma para suprir novas necessidades. Por exemplo, um canal de informações com dados ambientais, sobre programas de ajuda do governo,etc
Para minimizar o desenvolvimento, pode-se reconhecer recursos de comunicação disponíveis no equipamento dos usuários.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoTodos em situação de isolamento
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D023 - NOME DO DESAFIO APP PREPARO PARA O PARTO NATURAL
Nome do ProponenteISABEL CRUZ
JustificativaCom o risco de infecção e a crise no setor saúde, as gestantes e familiares têm o cuidado pré-natal restrito à consulta médica, perdendo a chance de aprendizado nos grupos de gestantes sobre o trabalho de parto, parto, aleitamento e cuidado do bebê, entre outras informações e habilidade.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoPrincipalmente gestantes e familiares, mas o aplicativo pode e deve ser usado pela Estratégia de Saúde da Família no cuidado das gestantes para redução do risco de morbimortalidade materna, particularmente de mulheres negras, ciganas, quilombolas e outras em situação socialmente vulnerável
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D025 - NOME DO DESAFIO MONITORAMENTO DE CONTACTANTES DE COVID19 POR BLUETOOH
Nome do ProponenteAbel Alves Rosa Jr
JustificativaUm dos maiores desafios durante a pandemia de COVID19 é o monitoramento de casos assintomáticos e seus contactantes. Pessoas infectadas pelo SARS-COV-2 ainda assintomáticas que venha a se tornar sintomáticas e identificam que estão contaminadas pelo vírus, podem ter entrado em contato com dezenas ou até centenas de pessoas nos últimos dias antes da identificação da infecção. Um app para smartphones que utilizaria a tecnologia Bluetooh (proximidade) para eventualmente avisar que uma pessoa entrou em contato próximo com outra pessoa com confirmação da infecção por SARS-COV-2, mesmo dias após o contato. Avisaria dos dias em que entrou em contato, qual foi a proximidade (bluetooh).

Esta estratégia não utilizaria GPS ou rastreamento das pessoas (privacidade) e seria de uso voluntário porem com incentivo dos orgãos sanitários. O uso do mesmo pode ser encarado pelos cidadãos como um escudo/arma defensiva contra a infecção e reforçaria orientações de isolamento/higiene e etiqueta respiratório.

O uso do app instalado no celular e em uso constante pode ser utilizado como ferramenta de permitir a volta progressiva dos serviços/comercio em geral, transporte público, entrada em lojas e comércios, aulas e eventos presenciais que tendem a voltar aos poucos.

Será útil na segunda e terceira onda do COVID19.

As utilidades desta tecnologia são as mais diversas, auxiliando no monitoramento de casos positivos e contactantes (sem ferir a privacidade)
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoQuaisquer cidadãos, mas em especial trabalhadores de serviços especiais/essenciais. Publico em geral
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D026 - NOME DO DESAFIO EM BUSCA DAS BOAS IDEIAS
Nome do ProponenteEdnylton Franzosi
JustificativaQuando somos desafiados sabemos dar respostas. Aplicação de IA e análise de sentimento para reunir bons projetos e ideias publicadas nas redes sociais sobre o momento da COVID19 no mundo
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Meio ambiente, Informação
Público AlvoProver com informações órgãos governamentais e privados que lidam com saúde pública
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D028 - NOME DO DESAFIO SOLUÇÃO "APP-FREE" PARA A SAÍDA GRADUAL E MONITORADA DO ISOLAMENTO SOCIAL ENQUANTO DURAR A COVID-19 NO BRASIL, AMÉRICAS E NO MUNDO
Nome do ProponenteMaria Sharmila Alina de Sousa.
JustificativaHá muitas pessoas de diversos contextos sociais sem acesso a smartphones e mesmo telefones-celular que ficariam de fora deste rastreamento. Portanto, é urgente elaborarmos soluções de baixa densidade tecnológica que os serviços de saúde e sociais já utilizam em diversos contextos e países para mediar comunicação, identificação, mapeamento e monitoramento de pessoas afetadas por eventos de emergência, não apenas de saúde, como ambientais, etc. como SMS, agentes de saúde comunitários, assistentes sociais que fazem levantamentos e acompanhamento de pessoas dentro de seu território (sanitário) de atuação. Isto é urgente para evitar quebra dos direitos civis e humanos à privacidade (com as soluções de alta densidade tecnológica como os APPS em desenvolvimento por grandes empresas de TI e Big Data Analytics) e ético-regulatórias que podem causar maior desigualdades e iniquidades no Brasil e no mundo, em contextos onde as populações não tem acesso a conteúdos informacionais e tecnológicos que possam atender suas demandas por apoio estratégicos e oportunos durante o enfrentamento da COVID-19, enquanto a Organização Mundial da Saúde não anunciar o final da epidemia no Brasil, nas América e no mundo.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Informação
Público AlvoPopulação Brasileira (com ou sem CPF, RG, Número do SUS etc.).
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D030 - NOME DO DESAFIO MITIGAÇÃO DA TRANSMISSÃO
Nome do ProponenteHígor Carmanini Barbosa
JustificativaO Brasil, fortalecido por uma crise de confiança pública nas orientações do governo, tem encontrado dificuldades para manter boas medidas de contenção e prevenção de disseminação do vírus. Com quase dois meses de casos ativos, o país ainda tem um crescimento acelerado no número de casos e mortes tendo uma das maiores taxas de transmissão do mundo, estimada atualmente em 2,89. A previsão para a semana do dia 3/5 é de 5.000 mortes no país.

Desenvolver alguma tecnologia que ampare a mitigação dessa taxa de transmissão, diretamente ou não, é a tarefa do desafiado.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Educação, Informação
Público AlvoQualquer um
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D033 - NOME DO DESAFIO METODOS DE PREVISÃO DE SERIES TEMPORAIS DE MAPAS COVID USANDO APRENDIZADO DE MAQUINA .
Nome do ProponenteHarold Ivan Angulo Bustos
JustificativaEstá abordagem do Covid permitirá desenvolver uma ferramenta de alerra de risco de saude capaz de estimar modelos de tendencia de propagação da epidemia para áreas onde ainda não se espalhou, visando alertar às autoridades em vigilância epidemiológica. Está tecnologia pode viabilizar uma intervenção cedo das autoridades visando mitigar ou mesmo evacuar às populações que estão nas áreas de risco sinalizadas por está tecnologia preditiva.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoGoverno e autoridades em saúde e epidemiológia
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D036 - NOME DO DESAFIO VALIDAÇÃO DE FAKE NEWS
Nome do ProponenteEduardo Aparecido Roberti
JustificativaSabemos que muitas notícias a respeito do COVID-19 estão circulando por todas as partes em vários tipos de mídia. A informação é um item fundamental na prevenção, ajudando na conscientização e orientação de pessoas e consequentemente prevenindo novos casos salvando vidas. O número de fake news a respeito do COVID-19 cresce exponencialmente tanto quanto o número de casos. Sabendo disso, podemos aliar a computação e suas tecnologias disponíveis como inteligência artificial e computação científica, para criarmos um sistema computacional. O sistema receberá as notícias e utilizando de métricas validar, demonstrando sua relevância e os impactos que esta pode causar, podendo estabelecer uma correlação entre o crescimento no número de casos confirmados e o número de fake news divulgadas.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoTodos
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D037 - NOME DO DESAFIO TESTAGEM EM MASSA
Nome do ProponenteYULA DE OLIVEIRA MAZZINI
JustificativaCRIAR UM APLICATIVO PARA CADASTRAR E MONITORAR PESSOAS TESTADAS EM BARRACAS COM OXÍMETRO, A FIM DE OBSERVAR OS POSSÍVEIS INFECTADOS ASSINTOMÁTICOS, NESSE SENTIDO DARIA PRIORIDADE PARA OS TESTES EM QUEM ESTA COM OXIGENAÇÃO BAIXA, OBSERVADAS PESQUISAS CIENTÍFICAS QUE DEMONSTRARAM QUE MESMO ASSINTOMÁTICO, O PRIMEIRO SINTOMA DO VÍRUS É A DIMINUIÇÃO DA OXIGENAÇÃO, HAJA VISTO A PRECARIEDADE DOS TESTES PARA TODA POPULAÇÃO. ESSE APLICATIVO PODE TRAZER, MESMO DE FORMA NÃO OFICIAL, UM PANORAMA DE QUEM ESTA ASSINTOMÁTICO E COM O VÍRUS, UMA FERRAMENTA PODEROSA PARA OBSERVAR A QUANTIDADE DA POPULAÇÃO INFECTADA E PRIORIZAR OS POSSÍVEIS INFECTADOS.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPOPULAÇÃO EM GERAL.
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D038 - NOME DO DESAFIO FILAS NOS BANCOS?
Nome do ProponenteJuanice Helena de Andrade
JustificativaResolver o problema das filas em frente aos bancos para retirada do pagamento do auxílio emergencial. Este problema está constante e é uma realidade em todos os jornais, em todos os bairros, em todas as cidades e até nas capitais. Tem pessoas dormindo nas portas dos bancos, ou chegando de madrugada para conseguir pegar uma senha e ser atendido. As imagens são muito tristes ver várias pessoas carentes nas filas enormes passando fome e necessidades.
Como não temos um prazo para acabar a pandemia então essa situação vai se repetir por vários dias e meses.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoPopulação das cidades principalmente os moradores de bairros mais pobres
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D040 - NOME DO DESAFIO CENTRAL DE DOAÇÕES
Nome do ProponenteHelena Malbouisson
JustificativaUm aplicativo que funcionaria como uma forma de centralizar doações. A ideia seria ter instituições sérias cadastradas, que estão atualmente trabalhando com a população em situação de vulnerabilidade devido ao COVID19.

O usuário escolheria através do app sua instituição predileta e faria a doação de um certo valor diretamente para a instituição de sua escolha.

O app também poderia funcionar como um banco de cadastros de voluntários nessas mesmas instituições.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público Alvotoda pessoa que queira fazer uma doação ou trabalhar como voluntário em uma instituição filantrópica.
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D041 - NOME DO DESAFIO CULTURA E CIÊNCIA AO ALCANCE DE TODXS
Nome do ProponenteMichelle Mayumi Tizuka
JustificativaEm tempos de distanciamento social, muito conteúdo voltado a Ciência e Cultura tem sido disponibilizados em sites, redes sociais e outros canais de comunicação. No entanto, ainda há no Brasil, milhares de crianças e jovens que não tem acesso a equipamentos e/ou internet. Dessa forma, cria-se uma bolha daqueles que tem acesso a informação, criando-se uma falsa realidade onde é possível continuar os estudos e ter acesso a cultura e ciência mantendo as crianças e jovens "ocupados" durante a quarentena. No entanto, sabemos que essa situação apenas aumenta o distanciamento social não apenas físico, porém de acessibilidade à informação daqueles que não tem condições tecnológicas.
O desafio é desenvolver uma plataforma que permita acesso a informação e a conteúdo educativo mesmo para quem nao possui internet, via sms e Tv aberta, por exemplo, mas que promova interatividade.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Informação
Público Alvocrianças de jovens de baixa renda
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D044 - NOME DO DESAFIO PROPOSIÇÃO DE AÇÕES PARA OFERTA DE ÁGUA A POPULAÇÕES VULNERÁVEIS
Nome do ProponenteMarion Cunha Dias Ferreira
JustificativaA COVID19 pode atingir a todo indivíduo e, para aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade (moradores de rua, comunidades sem sistemas de abastecimento de água entre outros) esse risco se multiplica. A higiene das mãos é fundamental, mas o corpo e o ambiente em que o indivíduo vive também precisa ser desinfetado, sendo a água essencial nesta ação. Moradores de rua no Brasil não tem acesso formal a água potável, diversos grupos de indivíduos integrantes de comunidades também não, mas todos tem direito ao saneamento e a água, componente básico deste direito deve ser ofertada em quantidade e qualidade conforme legislações em vigor. O desafio: como ofertar água a essa população que não se enquadra nos padrões de moradia (habitação) regular, de forma que um sistema de rede convencional possa ser adotado. Que tipo de tecnologia pode ser utilizada para ofertar água nas condições mínimas necessárias para promover a saúde humana. Sistemas independentes de reservação com sanitários podem ser instalados em pontos estratégicos onde essa população tenha acesso em caráter emergencial frente a pandemia de forma controlada e sejam praticadas as ações recomendadas pela OMS para higiene e segurança da saúde com isso minimizar o índice de proliferação da doença.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis
Público AlvoPopulações vulneráveis
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D045 - NOME DO DESAFIO CONECTANDO PACIENTES, MÉDICOS E FARMÁCIAS EM MOMENTOS DE ISOLAMENTO
Nome do ProponenteMarcio Portes De Albuquerque
JustificativaEm momentos de isolamento devido a pandemia, uma das maiores dificuldades é a realização de consultas médicas que necessitam da prescrição de tratamento por remédios. Uma prescrição é um documento que estabelece uma rotina de cuidados com a saúde, realizadas por um médico ou outro profissional de saúde qualificado, voltadas para um paciente. Existem hoje alguns aplicativos (para várias plataformas computacionais) que conectam médicos a pacientes, mas nenhum deles conecta os mesmos com as farmácias, ou ainda apresenta documentos com as bulas dos medicamentos ajudando na validação das prescrições de tratamento.
Este momento traz uma dificuldade adicional, principalmente para remédios controlados. O desenvolvimento de Apps poderia trazer uma inovação significativa e que teria uso além dos momentos atuais de pandemia, e seriam também uma facilidade para validação das prescrições pelas farmácias. A tecnologia exigiria recursos de segurança e criptografias na assinatura de documentos e no cadastro das partes envolvidas. Todas essas características já estão maduras neste momento, exigindo o foco no desenvolvimento da ferramenta em si. Diversas facilidades poderiam ser acrescidas como consultas virtuais, análises remotas por sofisticadas ferramentas de IA etc., mas a proposta inicial para o Hackcovid seria de conexão social.
Referências:
1) https://memed.com.br/prescricao-via-aplicativo
2) https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,receita-medica-pode-ser-digital,70003266745
3) https://receitadigital.com/
4) https://www.england.nhs.uk/aac/what-we-do/how-can-the-aac-help-me/ai-award/
5) https://www.telegraph.co.uk/technology/2020/03/25/government-launches-whatsapp-coronavirus-chatbot-offer-health/
6) https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/05/01/plataforma-onde-tem-coronavirus-tenta-monitorar-casos-subnotificados-de-covid-19.ghtml
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoA sociedade será a principal beneficiária das propostas para esse desafio. Os profissionais de desenvolvimento podem ser provenientes das áreas de computação e informática, engenharia ou ainda áreas medicas/tecnológicas - desenvolvedores com entendimento das ferramentas básicas (e.g. programação para aplicativos).
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D046 - NOME DO DESAFIO REDE COLABORATIVA DE AJUDA E APOIO NA SAUDE
Nome do ProponenteGuilherme camara
JustificativaExiste grande demanda de orientação e avaliação de sintomas da covid19, orientacao fidedigna para monitorizacao no domicilo, identificacao de sintomas de gravidade, priorização de casos para atendimento hospitalar, necessidade de atendimento de muitos em pouco tempo e por poucos (recursos de saúde limitados ou colapsados). Existe uma necessidade de tecnologias para auto-avaliacao, educação e conscientização sobre a covid19, aconselhamento e automonitorizacao de sinais vitais. Tudo isso com necessidade de criar redes de apoio e orientação das questões de saúde em tempo recorde e imediato. Criar rede de apoio local e articulado com os grupos selecionados: comunidades, grupos de risco, grupos vulneráveis criando rede colaborativa de apoio e ajuda.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoPopulação de comunidades com baixa índice de desenvolvimento humano e aglomerados. Grupos de risco. População vulneráveis
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D052 - NOME DO DESAFIO SUPERAR A MORTALIDADE DA POPULAÇAO NEGRA NAS PERIFERIAS
Nome do ProponenteSônia Maria de Souza Raimundo
JustificativaAs necessidades impostas pelas medidas de prevenção ao coronavírus são muito mais difíceis de cumprir pela população negra e periférica que é a mais vulnerável e não tem condições básicas de moradia, acesso a água e saneamento.
As pessoas, nas comunidades muitas vezes estão agindo de uma forma que parece ignorar a realidade. São empurradas para essa situação, por um lado porque não querem mudar seus hábitos por outro porque não tem as condições para cumprir as recomendações.
Como ir aos locais de compra de mantimentos? Os mercadinhos da periferia não tem espaço nem recursos para cumprir as regras que foram feitas para a realidade do Carrefour. Não há máscaras para todos, nem para os que querem e precisam.
A televisão fala de outros países, mas não fala das periferias. Estado não tinha atuado para melhorar a vida da população na periferia e continua não atuando agora para ajudar a nos defender do coronavirus. Nossa vida só tem piorado.
Nossos velhos estão morrendo levando. São as joias das religiões de matriz africana. Queremos o bem viver de todos, dos velhos e das crianças
O desafio é propor soluções tecnológicas que ajudem a população a enfrentar os 4 maiores problemas das periferias:
1. Falta de água recorrente, vários dias da semana. Precisa haver canal de mobilização permanente da população dos bairros de periferia para registar os períodos de falta de água, denunciar aos órgãos públicos, ministério público, câmara de vereadores, assembleia legislativa e pressionar a prefeitura e os parlamentares a resolverem esse problema. Também é importante organizar doações, distribuição de caixas d’agua com cloro, galões de água fora do prazo que são baratos e podem ser usados para armazenar água om cloro, álcool em gel.
2. Não ter máscaras para todos é um problema. A organização de doações é importante direcionando matérias para costureiras voluntárias ou pagas pelas doações que possam fabricar as mascaras que precisam ser distribuídas pela população na comunidade.
3. Dificuldade de mobilidade para sair de casa, encontrar o melhor caminho a pé, com menos aglomeração para chegar no comércio local - mercado, farmácia, lotérica, ponto de ônibus. Os mapas dos aplicativos que traçam rotas a pé e pelo transporte publico não são suficientemente detalhados nas periferias e precisamos saber quais os caminhos seguros, mais rápidos com menos risco de aglomeração .
4. Precisamos das informação sobre unidades de saúde mais próximas que atendem ao corona vírus mapeados. Se tivermos um app com o mapa detalhado da região podemos identificar as casas onde moram as pessoas com riscos de comorbidades (diabetes, pressão alta, ...), e grupos vulneráveis (idoso, gestantes), quem já ficou doente e se curou, quem está doente. Podemos mobilizar voluntários que iriam nas casas cadastrando essas pessoas. Essa seria uma ótima atividade para envolver os jovens da comunidade. Essas informação podiam ser passadas para as equipes da Estratégia de Saúde da Família que atuam nas comunidades
5. Dificuldade da juventude desempregada ociosa em casa respeitar as regras de isolamento. Eles acabam indo para as praças, para o funk, se expõe sem assumir a responsabilidade e não consegue ficar em casa. Morrem e colocam os outros em risco. É importante encontrar formas de promover atividades para esse publico com tecnologia de baixo custo como SMS.
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis
Público AlvoPopulaçao negra periferica
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D053 - NOME DO DESAFIO MONITOR COVID
Nome do ProponenteANDRE LUIZ ANTUNES DE MORAES
JustificativaConstruir um sistema para as prefeituras com objetivo de prestar informações a população e ajudar na tomada de decisão pelos gestores. Seria alimentado através de um conjunto de dados já registrados em planilhas por algumas prefeituras (monitorar a doença e prestar informações aos órgãos superiores).
A viabilidade do desafio depende de premissas a serem resolvidas pela organização do evento, tal como a viabilização de um conjunto de dados junto aos órgão de saúde; obtendo dados estruturados e não estruturados que já são digitalizados (Consultar prefeitura de Niterói)
Outra premissa é a capacidade da prefeitura de gerar os dados que alimentam o sistema; ficando seu uso restrito a capitais e grandes cidades (focos epidêmicos no país).
Dado esse conjunto de dados, os grupos do Hackaton trabalharão em funcionalidades básicas e de sua livre escolha, estimulando a criatividade não somente no uso das técnicas computacionais, mas também na proposta de funcionalidades que gerem infrmações úteis.
Funcionalidades básicas:
- Painéis com casos confirmados, suspeitos, recuperados, óbitos por covid ou suspeita, hospitalizados em UTI e não UTI, visão por bairro (sensibilização dos residentes e concentração de esforços na região), plotagem de gráficos (variáveis ao longo do tempo, taxa de crescimento de doença, de recuperação, de óbitos).
- Painéis com taxa de ocupação de leitos, mortalidade, tempo médio de dias na UTI, adoecimento de profissionais da saúde de um hospital;
- Listar hospitais com as menores taxas de ocupação e mais próximas do CEP informado (balanceamento de carga de pacientes);
- Mapas de Calor de busca por atendimento em uma região específica através da busca por CEP e informação do CPF (elaboração de políticas de combate à doença para a região);
Funcionalidades livres:
- Funcionalidades com objetivo de extração de conhecimento útil para a população e/ou gestores.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Informação
Público AlvoPopulação e Gestores
Video do DesafioNenhum.
 
D055 - NOME DO DESAFIO BIOWARE PARA DIAGNÓSTICO COVID-19
Nome do ProponenteFábio Eduardo Boschi
JustificativaA ideia da criação do que denominei de bioware (hardware e software destinados à integração com dados de saúde/orgânicos do usuário do dispositivo) é a de, utilizando-se tecnologias análogas hoje já existentes, porém ainda não integradas, criar um dispositivo acoplável a todo e qualquer telefone celular que, ao mesmo tempo, fizesse medição, por análise sanguínea (com fitas descartáveis, para uso único, o que já se utiliza largamente na medição caseira de glicemia), dos IgG e do IgM, como já ocorre no teste rápido de COVID-19, da presença de anticorpos relativos ao vírus (demonstrando, é claro, não o estado de saúde em si do paciente/usuário do bioware, mas sim que ele, obviamente, já teve contato com o vírus, em algum determinado momento), com medição, no mesmo equipamento, via luz (infravermelha), como já ocorre hoje com oxímetros comuns, do nível de oxigênio no sangue e também da pulsação. A fonte de energia seria, justamente, a bateria do celular, bem como integrar-se-ia com os próprios dados de saúde presentes no dispositivo móvel que o paciente permitisse disponibilizar para seu profissional de saúde, bem como para o governo, que poderia, a um turno, monitorar o estado de saúde em particular daquele paciente (avaliando-se IgG, IgM, saturação sanguínea, batimentos cardíacos; curvas no tempo com os dados do paciente, para aferição de evolução ou involução; necessidade de medidas outras, tais como ida imediata a um hospital); e a um segundo turno, com dados de localização, via GPS desse mesmo dispositivo móvel no qual o BIOWARE estivesse conectado, análise do entorno, do bairro, da cidade, do estado e do País, permitindo-se, além de cuidados com o paciente em si, melhores decisões sobre políticas púbicas cabíveis. Poderíamos partir do que hoje já temos, como medidores de glicemia, fitas-teste para uso único tanto para medição de glicose e também as do teste rápido do COVID-19, Apps que já existem de integração de dados de saúde, além dos dispositivos móveis em si.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoTodos os cidadãos; poder público; médicos; hospitais; sistemas de saúde; laboratórios. Sociedade como um todo, em regra.
Video do Desafio
 
D056 - NOME DO DESAFIO AMBIENTE VIRTUAL DE TRABALHO, ASSISTÊNCIA, PESQUISA E INFORMAÇÃO DA FIOCRUZ
Nome do ProponenteTHIAGO MUNIZ DE LIMA
JustificativaA FIOCRUZ, com o seu eminente papel nesta epidemia reconhecido pela OMS, carece de ferramenta digital que se aproxime do trabalhador/pesquisador/cidadão (hoje um dos principais vetores do Sars-cov 2) e os instrua em nível informacional de forma integrada e concomitante.
Tendo um papel tão importante num momento sanitário ímpar, torna-se contraproducente e moroso para eficácia no combate a pandemia ter que compilar todas as informações para mitigar os efeitos da doença, produzir ciência, avaliar notícias falsas e manter pleno o cumprimento de todos as entregas, princípios e diretrizes do SUS, pois parte de suas atividades também encontra-se afetada pela pandemia.
A proposição deste desafio no HACKCOVID19 ou em outra chamada poderá proporcionar a sugestão de produtos das equipes competidoras que trarão ferramentas com foco em informações centralizadas do público alvo da pandemia e voltada a ele, de forma automatizada, evitando incerteza e diminuindo a necessidade de consultar outras bases de dados/informações, uma vez que os dados estarão centralizados neste ambiente.
O Desafio é construir um App e Web App para trabalhadores da Saúde (tanto na linha de frente quanto na continuidade dos serviços do SUS, hoje tão afetados pela pandemia) prestarem seus serviços junto aos usuários do SUS, trocarem suas experiências e definirem através do controle de versões (voip, videoconferência dentre outras tecnologias, poderemos detalhar) protocolos determinantes para: Prevenir o contágio, combater a doença, reduzir a mortalidade por Covid-19 (e outras em consequência do distanciamento, quarentena e sobrecarga dos sistemas de saúde), prestar o serviço de telemedicina e telessaúde nas várias especialidades hoje impedidas por estarem afetadas pela pandemia, levantar evidências, informar a população. Neste mesmo ambiente, trabalhadores, pesquisadores e usuários poderão coletar e relatar evidências partindo de uma base/repositório único.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoTrabalhadores dos serviços de saúde (tanto na linha de frente quanto na continuidade dos serviços do SUS, hoje tão afetados pela pandemia), usuários do SUS, cidadãos, governo, instituições de pesquisa, pesquisadores e instituições de saúde.
Video do DesafioNenhum.
 
D062 - NOME DO DESAFIO #NAME?
Nome do ProponenteGeovana Batista de Campos
JustificativaTendo em vista os transtornos ocasionados em virtude da pandemia de COVID-19, faz-se necessário a promoção de ações que proporcionam auxílio às populações vulneráveis. Sabendo que inúmeras pessoas encontram-se em situação de vulnerabilidade social, principalmente nas favelas e periferias, é importante que atitudes sejam tomadas visando minimizar os impactos causados pelo novo coronavírus. Considerando-se que o conceito de saúde vai muito além da ausência de doença e que é imprescindível considerar o contexto biopsicossocial dos indivíduos, esse projeto surgiu tendo em conta que inúmeras pessoas perderam seus empregos, não possuem condições de comprar alimentos, tampouco materiais básicos de higiene. O objetivo do “+AÇÃO” é criar uma rede de voluntários, responsáveis por mobilizar doadores e receber doações de alimentos, materiais de higiene e limpeza (por exemplo: detergente, sabonete, álcool em gel) e máscaras, além de entregar esses materiais aos destinatários. Dentro dessa rede, cada membro poderia desempenhar uma função específica, de acordo com sua disponibilidade, facilitando o funcionamento do projeto. A mobilização de doadores poderia ser realizada através de redes sociais, como o Instagram, tendo em vista seu elevado alcance. Um site seria útil para a realização do mapeamento das comunidades que seriam atendidas, dos pontos de recebimento de materiais, bem como para contabilizar as arrecadações recebidas e os materiais doados, conforme isso vá acontecendo. Destarte, além de levar esses materiais às comunidade necessitadas, também seria importante, no momento da entrega, orientar acerca do uso correto da máscara, sobre a higienização correta das mãos e alimentos, bem como sobre o uso do álcool em gel; considerando que essas atitudes, quando realizadas corretamente, são capazes de prevenir também outras doenças infectocontagiosas.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis
Público AlvoIndivíduos em situação de vulnerabilidade social moradores de favelas e periferias
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D069 - NOME DO DESAFIO GERAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS PARA OS SETORES DA CULTURA, ARTES E ENTRETENIMENTO.
Nome do ProponenteCarolina Ficheira
JustificativaProblema a ser resolvido:
1 -Problema: Gerar e manter renda para todos os agentes dos setores da cultura, artes e entretenimento.
2-Solução: Enquanto perdurar a crise humanitária e a crise econômica agravada pela Pandemia no setor cultural, proponho alteração da Lei 8313/91 para que as empresas usuárias da Lei reservem 1% do incentivo fiscal federal e os recursos sejam destinados ao Fundo Nacional de Cultural.
2.1 - Caberá aos legisladores, a alteração na Lei 8313/91, pelo menos para o momento de crise humanitária e pós COVID 19.
2.2 - Indica-se promover sensibilização dos agentes econômicos que se beneficiam do recurso incentivo, já que são os próprios que definem as produções artísticas que desejam patrocinar. Os dados dos agentes econômicos já estão disponíveis na plataforma Salic. Portanto, o Estado pode agir rapidamente para esta tomada de decisão.
2.3 - Entendo que o fator isolamento social é decisivo para o momento e deve ser respeitado. Portanto é critério escolhido.
2.3.1-Resultados: A partir dessa arrecadação, a Secretaria Especial de Cultura lança editais (no formato Prêmio) a todos os setores criativos, divididos por regiões do país, os quais não sejam focados no produto artístico construído (o que beneficiaria somente o artista nesse momento de isolamento social), mas no fazer laboral de todo os profissionais que atuam nos elos das cadeias produtivas: tais como artistas, cenógrafos, iluminadores, designers, figurinistas, maquiadores, técnicos de som etc..
2.3.2-Resultados: Os editais criados irão beneficiar os fazedores da cultura, mas a sociedade como um todo (comunidades, grupos em vulnerabilidade social e até o ambiente virtual escolar), a partir das peculiaridades de cada profissão, podendo o resultado ser físico, presencial ou virtual.
3 -Desdobramentos:
3.1 - movimentação na economia e a perpetuação de profissionais qualificados trabalhando na área.
3.2 - Incremento na qualidade de vida na sociedade.
O desafio é construir um sistema de Advocacy (defesa) da proposta de mudança da Lei 8313/91, que obrigue 1% do incentivo fiscal, oriundas de pessoas jurídicas (baseadas em lucro real) e de pessoas físicas (que fazem a declaração completa) sejam destinadas ao Fundo Nacional de Cultura. Para isso será desenvolvido uma plataforma tecnológica que facilite o acesso à informação, potencialize o engajamento e a mobilização de campanhas para influenciar os parlamentares a apoiarem esta alteração legal e a rápida tramitação, em função da urgência nesse momento de pandemia. Também será amplamente divulgado via mídia tradicional e redes sociais o desenvolvimento desta plataforma tecnológica bem como a necessidade de sua alteração legal.
Atrelado a isso, pode-se criar condicionantes em sistema ao uso proporcional dos recursos em cada Estado Brasileiro, em função da densidade populacional e o IDH. Desta forma se poderá construir (1) editais públicos, em formato de prêmios, para todos os membros da cadeia produtiva dos setores culturais, tais como cenógrafos, iluminadores, figurinistas, maquiadores, animadores e etc, a partir do uso isolado da tecnologia, através de conteúdo maker. (2) Consequentemente, podemos alimentar a cadeia produtiva do setor e respeitar, decisivamente, o isolamento social desses agentes culturais. (3)Incremento na qualidade de vida na sociedade (a comunidades, grupos em vulnerabilidade social e até o ambiente virtual escolar).
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento
Público AlvoProfissionais que alimentam as diferentes cadeias produtivas da cultura, artes e entretenimento.
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D070 - NOME DO DESAFIO SISTEMA PARA REGISTRO DO HISTÓRICO DE SAÚDE DE PACIENTES
Nome do ProponenteJose Alexandro Acha Gomes
JustificativaO presente projeto tem como objetivo modelar e desenvolver um Data Lake (repositório que contém dados estruturados, semiestruturados e não-estruturados) para dados de pacientes do sistema de saúde. Esse Data Lake contém tanto bancos de dados relacionais quanto dados não estruturados (resultado de exames de imagem) e dados semiestruturados (arquivos XML que são exportados por equipamentos) que compõem o histórico do paciente. O planejamento é que esse Data Lake seja acessado via aplicativo móvel e via Web. O Data Lake será alimentado tanto por médicos, laboratórios, quanto pelo próprio paciente. Esse sistema abrange a nova Lei Geral de Proteção de Dados– Lei n. º 13.709, de 14 de agosto de 2018. Os médicos poderão ter acesso a toda vida do paciente de forma clara, segura e rápida. Dessa forma, caso o paciente mude de médico, todas as suas informações continuam disponíveis de forma integrada. Médicos poderão trocar informações vitais do paciente uns com os outros via sistema. Um exemplo seria um paciente que descobre ter diabetes e precisa que seu nutricionista reavalie sua dieta. Em minutos o paciente teria acesso a uma nova dieta enviada pelo seu nutricionista. Em caso de emergência, o paciente mesmo inconsciente poderia ter seus dados liberados via CRM do médico se responsabilizando pelo acesso de forma extraordinária. Caso o paciente desejasse, poderia obter prognósticos sobre prováveis doenças que poderia desenvolver baseado em análise dos dados de seu histórico de saúde por meio da aplicação de técnicas de Inteligência Artificial. Além das vantagens claras para o paciente, o governo teria uma massa de dados bem mais confiável e segura para realizar suas análises para as políticas públicas de saúde adotadas. Em casos de emergências como pandemias, o governo poderia saber de forma rápida e segura os grupos de riscos que teriam que ser assegurados e sua situação atual.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPopulação Vulnerável
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D073 - NOME DO DESAFIO OS SEM-SEM
Nome do ProponenteFrancisco do Nascimento
JustificativaExiste um grupo de pessoas que ficaram sem renda/sem trabalho e não se encaixam nos critérios para obtenção do auxílio emergencial do governo. Precisamos de uma solução para mapear esses perfis de pessoas para provocar novas ações das autoridades governamentais ou foco de empreendedores dispostos a agarrar uma oportunidade nova.
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoGestores públicos e empreendedores
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D074 - NOME DO DESAFIO COMPUTADOR ACESSÍVEL
Nome do ProponenteFrancisco do Nascimento
JustificativaUm gargalo para a educação nessa fase é a utilização de atividades a distância com alunos que não tem computador adequado e conexão à Internet para acompanhar e realizar as atividades. Seria necessário um movimento conjunto de empresas montadoras, ações do governo para subsidiar e ações de PDI para projetar computadores e Internet de baixo-custo.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Educação, Informação
Público AlvoEstudantes de baixa-renda
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D075 - NOME DO DESAFIO CAIXA RÁPIDO DE MÁSCARAS
Nome do ProponenteFrancisco do Nascimento
JustificativaÉ sabido que o uso de máscaras será um protocolo necessário para todos nós durante um tempo ainda indeterminado e sendo bem crítico e essencial para algumas atividades e setores. Poderíamos ter postos automatizados (totens) para entregar máscaras novas e receber máscaras usadas. Estes totens seriam colocados em pontos de muita movimentação como terminais de ônibus e metrôs, shoppings, etc. E poderiam cobrar taxas acessíveis como R$ 0,25.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoTranseuntes quaisquer
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D076 - NOME DO DESAFIO ACABAR COM AS FAKE NEWS
Nome do ProponenteVictor Carozo
JustificativaAs Fake News estão transformando a nossa sociedade, abalando democracias, ciências e até a realidade. Por isso precisam ser combatidas. Os grandes conglamerados da internet se movimentam muito devagar no combate desse mal. Por isso, precisamos desenvolver ferramentas eficazes, rápidas e gratuidas para o bem da humanidade.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoTodos
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D077 - NOME DO DESAFIO MEDIDAS PREVENTIVAS ÀS POPULAÇÕES INDÍGENAS
Nome do ProponenteAntonio Ladeira da Silva
JustificativaO acesso à informação e à assistência básica de saúde é limitado em regiões remotas do país, alvo recorrente de programas corretivos, como o Mais Médicos. As populações indígenas estão entre as mais afetadas. No final de abril, a FIOCRUZ e a Fundação Getúlio Vargas revelam "que a interiorização do novo coronavírus terá como reflexo um aumento expressivo dos casos de Covid-19 entre a população indígena". Segundo estudo da Unicamp, "mais de 81 mil índios estão em situação de vulnerabilidade crítica – ou seja, correm alto risco de sucumbir caso a pandemia de Covid-19 chegue às suas regiões". Na França, Lélia e Sebastião Salgado inauguram uma campanha pela proteção dos povos indígenas contra a Covid-19. O desafio é fornecer processos e dispositivos que permitam um adequado atendimento às necessidades específicas dessas comunidades e a visibilização das demandas indígenas no seio da sociedade civil.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPopulações Indígenas, Organizações de Proteção às Populações Indígenas, Órgãos Governamentais, Autoridades de Saúde
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D078 - NOME DO DESAFIO HIPERSALA DE SITUAÇÂO COVID 19
Nome do ProponenteEduardo Henrique de Arruda Santos
JustificativaCriação de um local/painel virtual de convergência de informações epidemiológicas, sanitário-assistenciais, socioeconômicas, e politico-institucionais e das ações de enfrentamento, monitoramento e de análise do contexto da Pandemia COVID- 19. O objetivo é o viabilizar e estabelecer espaço de convergência das diferentes fontes de acesso informacional ( agencias governamentais e multilaterais movimentos sociais, instituições públicas e privadas), chamadas (convocatórias, soluções propostas, selecionadas e/ou implementadas) Justificativa: Surgiram inúmeras iniciativas de coleta de projetos, desafios, problemas e soluções relacionadas ao contexto pandêmico da COVID-19 neste primeiro quadrimestre de 2020.. Há risco de desperdício de recursos e inefetividade de ações por falta de sinergia cognitiva, congruência informacional, operacional e decisória. Além disso, existem inúmeras fontes de dados e informações relacionadas ao contexto pandêmico ( OMS, Ministéirio da Saúde, Agencias internacionais, Instituições de Pesquisa, Movimentos da Sociedade Civil). Respeitando a importância e o potencial do caráter aleatório na produção de análises, ideias e soluções pertinentes propõe-se a criação de um portal que agregue as distintas iniciativas em nível regional, nacional e global . A iniciativa tem o potencial de contribuir com a convergência de dados, informações e conhecimento além de oferecer importante fonte analítica sobre o fluxo, a disponibilidade e as restrições de recursos (políticos, econômicos, cognitivos e organizativos) envolvidos no enfrentamento da pandemia
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Meio ambiente, Informação
Público AlvoAmplo, desde formuladores de politica , gestores, pesquisadores, tecnicos e cidadãos em geral.
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D079 - NOME DO DESAFIO GARANTINDO INFORMAÇÕES DE DIVULGAÇÃO COM BASE CIENTÍFICA PARA A SOCIEDADE.
Nome do ProponenteMarcio Portes De Albuquerque
JustificativaUm resultado desta crise sanitária é o aumento da consciência do grande público de que a ciência e suas instituições têm papel central no enfrentamento. Essa pandemia também acentuou a importância do jornalismo sério e imparcial. Essas duas atividades têm revelado seus valores no enfrentamento de duas mazelas do mundo contemporâneo: o obscurantismo e as fake news. A boa ciência, disseminada pelo bom jornalismo, tem se mostrado fundamental para a tomada de decisões políticas que visam ao bem-estar das populações
A proposta seria a criação de um site (ou app) que concentrasse informações relevantes sobre formas e entendimentos da pandemia e seu enfrentamento, com a possibilidade da criação de um catalogo de busca. A grande diferença em relação aos mecanismos de busca disponíveis na Internet é que os links divulgados teriam uma avaliação de um cientista ou de um grupo de especialistas, dando mais valor na informação divulgada para a população. O objetivo não seria o armazenamento das informações, mas de um catalogo de links uteis e de base científica.
Referência:
1. https://portal.fiocruz.br/noticia/pesquisa-revela-dados-sobre-fake-news-relacionadas-covid-19
2. https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2359-56472020005004201&lng=en&nrm=iso&tlng=en
3. https://news.un.org/en/story/2020/04/1061592
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Informação
Público AlvoA sociedade será a principal beneficiária das propostas para esse desafio. Os profissionais de desenvolvimento podem ser provenientes das áreas de computação e informática, engenharia ou ainda áreas medicas/tecnológicas - desenvolvedores com entendimento das ferramentas básicas (e.g. programação para aplicativos).
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D080 - NOME DO DESAFIO TRIAGEM INTELIGENTE
Nome do ProponenteRamon Luz Lemos Santos
JustificativaCom o aumento dos infectados, muitas pessoas procurarão UPAs e Sistemas de Saúde , superlotando o atendimento e prejudicando acesso daqueles que realmente necessitam. É fundamental a classificação de risco do paciente com antecedência e de forma que os simtomas sejam triados antes de receberem atendimento profissional.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoPacientes e profissionais do sistema de saúde.
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D082 - NOME DO DESAFIO DESENVOLVER APLICATIVO QUE MONITORE A SAÚDE DO ÍNDIO
Nome do ProponenteWênia Gabriela Souto Dantas
JustificativaVisando a atual situação mundial e nacional, com o avanço do coronavírus em larga escala se ver necessária o desenvolvimento de tecnologias que ajudem a conservar a população indígena do país, de forma que monitore a saúde deles sem o contato direto com os profissionais de saúde que vem das cidades, assim o acompanhamento ocorreria por meio do aplicativo e os profissionais de saúde se deslocava até as comunidades indígenas em situação de verdadeira necessidade evitando o avanço do vírus para as comunidades indígenas.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Arte, cultura e entretenimento
Público AlvoÍndios
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D083 - NOME DO DESAFIO MONITORAÇÃO SEGURA DA POPULAÇÃO
Nome do ProponentePedro Carlos da Silva Lara
JustificativaA estratégia de monitoração e rastreamento da população, e em especial dos pacientes de covid-19, tem se mostrado eficiente em alguns países (p.e., Coreia do Sul e China).
Na China, como se trata de um governo mais autoritário, não existe tanto a preocupação com a preservação da privacidade do indivíduo. O desafio que proponho é a criação de um sistema de monitoração que mantenha a privacidade dos dados dos monitorados.
Como sugestão, pode-se pensar em implementar este monitoramento seguro usando Criptografia, BlockChain, Onion routing...
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoTodos
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D085 - NOME DO DESAFIO ORGANIZANDO A AJUDA
Nome do ProponenteFabiano G da Silva
JustificativaDiversas iniciativas individuais tem sido vistas, de pessoas costurando máscaras de pano, makers fazendo EPIs até mesmo a distribuição de comida - Com alguma coordenação esses esforços poderam ter ainda mais impacto.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoGeral
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D090 - NOME DO DESAFIO MELLIERI HUMAN COVID-19 DETECTA
Nome do ProponenteZeh Soares Sobrinho
JustificativaA pandemia covid-19 cresce e esgota exponencialmente, começando pela saúde, todos os recursos.
O diagnóstico é um exemplo. A medida que o diagnóstico é impreciso, sub ou supernotificado começamos td errado.
in sheet. out sheet.
Com base em um projeto de economia circular voltado a reciclagem, parado pela pandemia, redirecionamos esforços iniciais em deep learning para detectar objetos, agora para detectar covid e outras patologias pulmonares (pneumonia, saars e etc) através de um modelo treinado em base deep learning pela inserção de raio x ou tomografia computadorizada de pacientes suspeitos de contagio pelo covid -19.

Entrega: Novo e Melhor Modelo Treinado nas plataformas usando as plataformas Teachable Machine e/ou google colab.
Agenda:
1 - Abrir a plataforma Covid-19.
https://covid-19.maida.health/casos?fitro=todos&page=2
https://maida.health/conheca-o-covid-19-maida-health/
2 - Abrir a plataforma Teachable Machine com o modelo Treinado Mellieri Human Covid-19 Detecta
https://teachablemachine.withgoogle.com/train
3 - Treinar o Modelo Mellieri Human de Rede Neural Convolucional para detectar o COVID-19 e outras doenças respiratórias em imagens de raios-X e tomografia computadorizada.
https://drive.google.com/file/d/1xj7eVUcH-UnmP0FI-oyQrYQfEhsHJTIL/view?usp=sharing
4 - Notamos que um paciente pode ter um misto de complicações respiratórias (Covid-19 + Pneumonia por exemplo).
Qual impacto disto nas pesquisas e soluções para combate ao covid-19 como vacinas em função do estágio da doença a exemplo do metadados anexos já que os diagnósticos podem ser únicos para cada paciente no tempo?
5 - Datasets:
Fornecer novos datasets de casos suspeitos e objetos de pesquisa, analisa-los sob o Modelo Mellieri Human
6 - Fontes e datasets utilizados no Modelo Mellieri Human
https://github.com/sobrinhosj?tab=repositories
7 - Sujeitar nossos resultados a estudos clínicos para validá-lo
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público Alvoprofissionais de saúde, clínicas, escolas, instituto de pesquisa públicos ou privados
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D093 - NOME DO DESAFIO COMO ESTÁ A CORONAVÍRUS NA CIDADE ONDE MORA?
Nome do ProponenteCarlos Roberto da Silva
JustificativaDados sobre a COVID-19 são apresentados pelo ministério da saúde, que no geral apresenta dados sobre os estados, no entanto, na maioria das vezes a informação não é bem entendida pela população de modo geral. Sabemos que as informações e estatísticas sobre os casos da COVID-19 e suas projeções, permitem aos cidadãos entenderem,por exemplo a necessidade do isolamento em sua cidade e estado. Para facilitar o acesso a essas informações, propomos o uso de mídias digitais, como o acesso a redes sociais, por meio do celular, que atinge com facilidade um público de modo geral e rápido. Nesse sentido, urge tecnologias interativas que sejam apresentadas de forma dinâmica, por meio de aplicativos móveis e sites interativos, que aguçam a curiosidade da população e que permitam evitar a propagação notícias falsas.
Essas informações em tempo real e projeções, via dados estatísticos e probabilísticos disponibilizados por secretarias municipais e estaduais, mesmo diante da subnotificação, em razão da ausência de testes, permitem um melhor entendimento dos casos reais notificados via secretarias municipais e estaduais.Como exemplo, apresentamos uma animação do levantamento do número de mortes por 1 milhão de habitantes realizados pelo grupo ARCO disponível em 04/05 no canal do Youtube (https://www.youtube.com/post/Ugw11JxfoTZMKb2u8TF4AaABCQ).
Animações como essa poderiam ser realizadas, a partir de dispositivos móveis, para municípios e estados.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Informação
Público AlvoMunícipes de modo geral.
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D094 - NOME DO DESAFIO CONECTAR PESSOAS E INSTITUIÇÕES DE CARIDADE
Nome do ProponenteGuilherme Vieira de Abreu e Silva
JustificativaNEsse momento muitas pessoas em situação informal de trabalho precisam de assistência. Os governos estão a garantir parcialmente isso, porém o valor pode não ser suficiente. Além disso há atrasos, filas e complicações. Existem diversas instituições de caridade, sejam ongs ou sejam igrejas, promovendo campanhas nas redes sociais tentando compartilhar ao máximo de pessoas possíveis. Seria interessante algum tipo de aplicativo onde pessoas interessadas em doar se cadastrassem e instituições que já realizam o trabalho também, para conectar. Seja por tags do tipo de ajuda, seja geograficamente. Com ajuda material, financeira ou voluntariando fisicamente. Essas instituições não tem fundos para promover nas redes sociais.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoTodo tipo de pessoa e instituições que realizam ações de caridade.
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D099 - NOME DO DESAFIO OBSERVATÓRIO SOCIAL
Nome do ProponenteBárbara Katharinne Alves Borges Lessa
JustificativaA pretensão dessa proposta consiste em monitorar o território guanambiense concernente á população em situação de vulnerabilidade socioeconômica e os efeitos da pandemia do Covid-19. Sabemos que são lugares nos quais a implantação das medidas profiláticas não coaduna com as condições estruturais (físicas) e culturais, se consideramos os efeitos históricos da segregação social características da formação do povo brasileiro.
Nesse sentido o estudo em questão orienta-se para o desenvolvimento de um Observatório Social no intuito de mapear, monitorar, assessorar, elaborar e avaliar – à longo prazo – indicativos de um sistema de indicadores relativo à população em situação de risco, tendo em vista, as desigualdades na prevenção, propagação, adoecimento e suas consequências socioeconômicas e culturais, na exposição à vulnerabilidade, à violação de direitos e ao risco. A metodologia adotada infere que os dados colhidos sejam organizados numa plataforma digital de acesso público para apoiar a tomada de decisões, as funções de monitoramento, planejamento e avaliação e, futuramente a divulgação das ações alternativas convergentes à superação de quadros catastróficos de amplitude local e global. Além desse estudo preliminar é imperativo ofertas de oficinas preparatórias em parceria com o poder público e privado, para profissionalização e desenvolvimento da arte cultura (in)formativa, bem como em áreas de fomento à emprego e renda a curto prazo.
A produção dos dados obtidos pelo Observatório Social será substancial referência na área de gestão pública com o objetivo de subsidiar políticas públicas de fomento a equidade social de acesso e permanência aos meios preventivos e as atividades de desenvolvimento as competências cognitivas e emocionais, bem como a produção de conhecimentos e inovação basilados no novo paradigma de enfrentamento das formas de governança territorial existente.

A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Educação, Meio ambiente, Informação
Público AlvoEscolher entre os bairros periféricos no município de Guanambi/BA as situações de maior vulnerabilidade a partir de indicativos dos órgãos públicos municipais.
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D100 - NOME DO DESAFIO FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS PARA A CATALISAÇÃO DO AVANÇO RUMO A SEGURANÇA ALIMENTAR E A REDUÇÃO DE RESÍDUOS EM ÁREAS URBANAS E PERIURBANAS VULNERÁVEIS EM TEMPOS DE COVID-19
Nome do ProponenteBruno Pansera Espíndola
JustificativaA Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTIC) vem tomando cada vez mais espaços nos setores produtivos no Brasil. Inicialmente na indústria e posteriormente na agricultura como na agri4.0. No entanto essas ferramentas, NTIC na agricultura, são aplicadas quase que exclusivamente no agronegócio deixando de lado a agricultura urbana e periurbana que é pilar fundamental para se atingir a segurança alimentar das populações em vulnerabilidade social. Esse cenário de cultivo se tornou ainda mais peculiar por conta do isolamento social e carece de ferramentas para auxiliar na gestão de hortas individuais, comunitárias isoladas ou em rede ambientalmente responsável. A condição de vulnerabilidade social já é indicativo da fragilidade do acesso de alimentos saudáveis por parte das famílias, a redução da renda familiar e da oferta de transporte público. O objetivo dessa proposta é criar uma ferramenta computacional integrada com aquisição de dados in loco para gerir de maneira inteligente o processo de fornecimento de insumos, das condições ambientais e de substrato, de cultivo e de distribuição de alimentos de origem vegetal proporcionando o acesso de comunidades vulneráreis a alimentos saudáveis com redução de resíduos líquidos e sólidos, amenizando as dificuldades de acesso a alimentos pela fração da sociedade mais prejudicada pela pandemia. O produto da proposta será um app, podendo ou não ser integrado com uma mini estação meteorológica de baixo custo, para gerir de maneira inteligente a produção urbana e periurbana de alimentos permitindo a interconexão entre hortas individuais, hortas comunitárias criando uma rede de produção e distribuição de alimentos de maneira solidária e sustentável. População vulnerável da periferia é o público alvo principal. O produto atrairá o interesse de ONGs, governos e indústrias do agronegócio que querem divulgar sua marca e/ou vender seus produtos.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente
Público AlvoComunidades periféricas em vulnerabilidade social.
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D106 - NOME DO DESAFIO KORONAKOIN NO ECOSSISTEMA FIDELIDADE (NOVA VERSÃO)
Nome do ProponenteManoel Belem
JustificativaProblemas:
Do total de pontos de milhagem emitidos no Brasil, 15% não são resgatados (segundo a ABEMF).
O uso do Programa de Fidelidade é vinculado apenas ao emissor e seus parceiros.
O emissor do Programa não trabalha com foco na experiência do usuário.

Solução:
Substituir pontos de milhagens e cupons de desconto por KoronaKoins (utilitários) em blockchain, com a finalidade de prover seu uso universal e sem restrição, permitindo engajar todo o ecossistema do segmento e não apenas uma marca.

Considerações:
Durante a pandemia, o KoronaKoin é ferramenta que permite estimular a aquisição de serviços e produtos essenciais, como cestas básicas e merenda escolar, entre outros.
Após a pandemia, o KoronaKoin será ferramenta auxiliar na retomada das atividades presenciais do comércio.
A adoção do KoronaKoin beneficia emissor, operador, varejista, cliente/agente.

A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Arte, cultura e entretenimento
Público AlvoPúblico-alvo: Governo e/ou operadoras de programas de fidelidade, lojistas e clientes/agentes, cada qual utilizando sua própria carteira digital (eWallet), transaciona Koron@Koins no momento do pagamento da compra. O uso dos cupons estimula relações comerciais varejistas, pois promove descontos oportunos nos preços originais, transformando o programa de lealdade numa experiência diferenciada, e trazendo novos clientes para a base original.
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D108 - NOME DO DESAFIO MONITORAMENTO DOS CASOS POSITIVOS PARA COVID19 ATRAVÉS DE APLICATIVO DE INTERNET.
Nome do ProponenteAndrezza Cesarini Costa Siega
JustificativaO acompanhamento minucioso dos pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19 é uma importante estratégia para diminuir a propagação da doença, identificar casos graves, planejar ações governamentais, planejar isolamento, identificar contactantes, identificar redes de apoio e manter comunicação com pacientes e seus familiares. O paciente deverá receber um link para instalar um aplicativo em seu celular. Esse aplicativo contará com formulários simples para as seguintes informações: 1-dados pessoais do paciente (nome, idade, CPF), 2-dados laborais (trabalha? Onde?), 3- apresenta comorbidades? (quais), 4 -membros da casa (nomes e idades), 5- Possui rede de apoio para compras externas à residência? 6- Quantos cômodos e banheiros em na casa? 7- paciente e moradores possuem máscara? 8- Sintomas do paciente (Preencher a cada dois dias por exemplo). Quando identificado um agravamento de estado clínico, o paciente pode receber a visita de uma equipe de saúde para avaliação de sinais vitais e saturação de oxigênio ou em virtude de falta de ar já ser recomendado comparecimento à uma Unidade de Pronto Atendimento, indicando inclusive a Unidade mais favorável a atender esse paciente . Outras orientações podem ser voltadas para forma de se realizar isolamento domiciliar, uso de máscara, descarte de lixo infectado, limpeza e desinfecção de materiais. Caso paciente e familiares precisem de máscaras , essas serão disponibilizadas por uma equipe do governo. Caso o paciente precise de itens de subsistência tais como alimentos e produtos de higiene , será acionada uma equipe de serviço social para providenciar o necessário. Caso o paciente precise de internação, deverá ser acionado o preenchimento de internação com dados de local onde paciente se encontra internado. O próprio aplicativo será uma forma de identificação do paciente nas Unidades de Saúde a fim de tornar o atendimento mais eficaz e com mais eficácia. A equipe de saúde da unidade terá informações sobre comorbidades e contatos familiares. O próprio aplicativo pode ser útil como meio de interligar equipe de saúde, paciente e seus familiares, garantindo humanização do atendimento e manutenção da dignidade humana.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPacientes com COVID-19 e seus familiares
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D110 - NOME DO DESAFIO CIDADÃO INFORMADO: UM SISTEMA COLABORATIVO DE COMBATE À DESINFORMAÇÃO PROVOCADA PELAS FAKE NEWS
Nome do ProponenteDiego Kreutz
JustificativaAs Fake News tem provocado uma avalanche de problemas em meio à pandemia causada pelo COVID19, como uso indevido de drogas não avaliadas ou recomendadas por profissionais da saúde. Os jornalistas chegaram a utilizar a expressão “infodemia", isto é, infestação de informações falas. As Fake News atingem todas as pessoas, independente do nível educacional, social ou econômico. Empresas como a Facebook tem adotado medidas emergenciais paliativas, como a limitação do compartilhamento/re-encaminhamento de notícias virais no WhatsApp. O objetivo da empresa é reduzir o impacto negativo das Fake News sendo vitalizadas nas redes sociais.
Os problemas de saúde pública, sociais, políticos e econômicos causados pelas Fake News não podem mais ser negligenciados. Apesar de existirem soluções que visam detectar e classificar as Fake News, como a NILC-USP, atualmente inexistem soluções capazes de detectar de forma automática toda e qualquer Fake News. Portanto, cabem soluções alternativas, urgentes, para contribuir no combate das Fake News.
Eis alguns aspectos importantes a serem ressaltados na proposição e no desenvolvimento de uma solução alternativa: (a) simplicidade e praticidade de utilização para o usuário final (exemplo: conseguir verificar uma Fake News através de um simples compartilhamento do WhatsApp para um aplicativo específico de verificação); (b) qualidade e confiabilidade no processo de verificação da Fake News (exemplo: auditores - pessoas - apoiadas por sistemas de deteção automatizada e mecanismos de busca avançada como Google Search); (c) envolvimento de pessoas de diferentes segmentos da sociedade (exemplo: jornalistas); (d) construção de um processo democrático, participativo e qualitativo no combate às Fake News; e (e) evolução e maturação constante da solução.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Informação
Público AlvoTodos os brasileiros.
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D111 - NOME DO DESAFIO ECO REDES: GESTÕES INTELIGENTES DE RESÍDUOS DOMICILIARES
Nome do ProponenteLuiz Henrique Silva dis Santos Bento
JustificativaCidades Inteligentes e Sustentáveis são aquelas que associam a tecnologia ao uso eficiente e equilibrado dos recursos, sejam eles naturais ou não. Diante disso, assume-se nesse desafio o conceito de sustentabilidade como “a resposta às necessidades humanas nas cidades com o mínimo ou nenhuma transferência dos custos da produção, consumou ou lixo para outras pessoas ou ecossistemas, hoje e no futuro”. (STERTHWAITE, 2004 – 27)

O desenvolvimento sustentável de uma comunidade deve então ser um caminho trilhado de forma individual e coletiva em prol da diminuição das desigualdades sociais e, consequentemente, possibilitando a equidade e preservação ambiental.
Por meio dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, em particular, o ODS 12 que trata especificamente dos padrões de produção e de consumo responsável, assegura-se o olhar, incentivo e promoção de atitudes em diversos campos sociais, chamando à responsabilidade e protagonismo de pessoas comuns, empresas e instituições públicas para racionalizar, reduzir, reciclar, reutilizar e diminuir o desperdício cotidiano.
Entretanto, em meio a pandemia, os focos de contágio, por meio dos resíduos produzidos e descartados de forma aleatória e sem os cuidados adequados, tornam a gestão de resíduos domiciliares uma questão urgente, principalmente em grandes cidades onde o contágio está ocorrendo de forma ainda mais acelerada.
Para o desenvolvimento e construção de uma gestão de resíduos eficiente e de impacto para esse momento de pandemia e posteriormente uma educação e conscientização social entorno dos padrões de produção e consumo sustentável, utiliza-se um dos conceitos de Cidades Sustentáveis, definida por Komminos (2006) a cidade digital é o espaço da comunidade digital, na qual é utilizada para facilitar e aumentar as atividades e funções tomando lugar juntamente com o espaço físico das cidades. Esse movimento ocorre a partir da fusão entre clusters de inovação e as cidades digitais, onde a criação de redes de conhecimento colaborativo e de acompanhamento online da produção de conhecimento potencializa os processos de inovação e tornam o ambiente físico dos usuários mais eficientes.
O autor ainda estabelece três níveis de organização para a construção de uma cidade inteligente. Para este desafio, o primeiro nível de organização será trabalhado. Nele, clusters produtivos, pensados a partir da reunião e do trabalho colaborativo de mão de obra criativa, qualificada e atenta aos problemas locais, em particular, a gestão de resíduos domiciliares produzidos e possivelmente contaminados durante esse período de distopia.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Meio ambiente, Informação
Público AlvoProfessores STEAM, programadores, designers e profissionais ligados ao desenvolvimento de aplicativos web para computadores, dispositivos móveis, tecnologias ou de interesse geral.
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D113 - NOME DO DESAFIO FLEXIBILIDADE NO TRABALHO PÓS-COVID: O QUE E COMO IMPLEMENTAR?
Nome do ProponenteMaynara Faúla
JustificativaEsqueça a short friday, home office uma vez por semana ou o day-off de aniversário, a flexibilidade nas empresas agora vai ser de um jeito diferente. O Mundo pós-covid pede adaptações de comportamentos que geram novos hábitos de se vestir, comer, sair e de trabalhar! A flexibilização da jornada de trabalho já foi citada, mas é possível fazer isso considerando o lado trabalhista? Reduzir a carga horária, incentivar o trabalho remoto .. será? E a flexibilização como incentivo ao bem-estar, quando ela será citada? Esse desafio é para quem gosta de pensar no mercado e no futuro, com as implicações de agora: quais deverão ser os novos estilos de flexibilização nas empresas pós-covid?
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio
Público AlvoQualquer pessoa interessada por Business e novos negócios.
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D114 - NOME DO DESAFIO PULSEIRA SINALIZADORA PARA CUMPRIMENTO DE QUARENTENA E DE SATURAÇÃO DE OXIGÊNIO PARA PACIENTES COM COVID-19.
Nome do ProponenteAndrezza Cesarini Costa Siega
JustificativaA manutenção do distanciamento social é uma das principais medidas de controle da propagação da COVID-19. Uma maneira criativa e eficaz de garantir a quarentena das pessoas que obrigatoriamente precisam respeitar a quarentena é através de um dispositivo em formato de pulseira (cor preta por exemplo) que pode fornecer a localização exata (GPS?) da pessoa que o estiver portando (paciente com diagnóstico confirmado) e gerar um alarme para as autoridades quando a pessoa sair do raio de sua residência. A pulseira também deve ser colocada nos outros moradores da casa, contudo possuir cor diversa, por exemplo azul, para identificar que tal pessoa não tem diagnóstico confirmado, é apenas um contato e para garantir que essas pessoas também estão respeitando a quarentena. O paciente pode consentir ou não a colocação da pulseira, contudo , ela não apenas controla "seus passos" como também oferece alguns benefícios. A pulseira pode funcionar como um banco de dados do paciente portando inclusive informações de saúde . Além disso, com ela, o paciente consegue medir seus níveis de saturação de oxigênio. Se a saturação estiver abaixo de 92% será gerado um sinal luminoso para que o paciente procure uma unidade de pronto atendimento. Isso porque muitas vezes o início da queda da saturação de oxigênio antecede a falta de ar abrupta e pode ser um importante indicativo de maior gravidade do caso. Ou então, conforme disponibilidade, pode se encaminhada uma equipe de saúde para avaliar o paciente em sua própria casa ou melhor ainda, uma ambulância para seu transporte. Ao chegar na unidade de saúde, basta o paciente mostrar sua pulseira de cor específica para imediatamente ser identificado como paciente com COVID-19 e seu atendimento ser mais rápido e com os devidos cuidados. Quando o localizador soar alarme que o paciente encontra-se em unidade de saúde o paciente a partir de então terá o desfecho de sua doença acompanhado ainda com mais cuidado.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoPacientes com COVID-19 e pessoas que moram na mesma residência que ele.
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D119 - NOME DO DESAFIO O NOVO NORMAL NAS COMUNIDADES
Nome do ProponenteFlávio Luis Silva
JustificativaPreocupação em desenvolver novas formas de convívio em comunidades carentes para quando da volta à normalidade possam realizar ações de interações sejam no âmbito familiar, social ou de trabalho para minimizar que novas doenças transmissíveis por contato possam ter um impacto tão grande.
A Ideia envolve uma plataforma Gamificada onde o publico alvo teria acesso em conteúdo de boas práticas, orientações civis e deveres institucionais como forma de desenvolver senso teórico/crítico e missões práticas onde pudesses desenvolver hábitos colaborativos para o objetivo da proposta. Por Exemplo ações de reciclagem, solidariedade e ensino com vídeos produzidos por órgãos públicos e iniciativa privada. Como um game a conclusão dessas trilhas acumulariam pontos e que poderiam ser utilizados na plataforma para desbloquear novas missões ou trocados de forma física, preferencialmente em itens/serviços na própria comunidade.
Enxergo como maior desafio a produção de conteúdo diverso e abrangente para as comunidades, numa primeira proposta sugestão é estímulo a iniciativa provada com contrapartida social e utilização de carga ociosa de profissionais civis/públicos para gerir grupos de produção nas próprias comunidades.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio
Público AlvoFamilias de Baixa Renda em locais de risco
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D120 - NOME DO DESAFIO LIXO SUSTENTÁVEL
Nome do ProponenteHelio Cibreiros Jr
JustificativaTratamento inteligente para lixo doméstico e industrial com solução tecnológica. Reciclagem, reutilização, geração de energia e insumos.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoCidades e cidadãos
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D122 - NOME DO DESAFIO DISPARADOR DE INFORMAÇÕES
Nome do Proponentepatricia silva
Justificativaum app que envia sms sobre dicas de limpeza pessoal, lembranças sobre a importancia do uso da mascara ao sair de casa, a importancia do isolamento e ultimas noticias em tempo real para os numeros cadastrados na plataforma.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoPopulação em geral
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D123 - NOME DO DESAFIO COSTURA SOLIDÁRIA E CARIDOSA
Nome do ProponenteSimone Alves
JustificativaAs Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) neonatais específicas para o acolhimento de bebês que nasceram antes de 37 semanas de gestação e que apresentam quadros clínicos graves ou que necessitam de observação, são essenciais para a vida de milhares de recém-nascidos e suas mães no Brasil. As famílias mais carentes, em situação de vulnerabilidade socioeconômica, dependem desses serviços de terapia intensiva e neonatal oferecidos em hospitais públicos que fazem parte do Sistema Único de Saúde (SUS). Os recém-nascidos que necessitam desses serviços chegam a passar meses internados e seus pais costumam cumprir uma desgastante rotina de visitação nas unidades das alas pediátricas desses hospitais. Os médicos-intensivistas já contam com a distribuição pelo SUS de Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) especializados, mas esses pais e todo o restante da equipe de atendimento das alas pediátricas não. O desafio propõe escalar um projeto filantrópico idealizado por uma médica pneumopediatra, que atua na equipe neonatal de um hospital público de um bairro do subúrbio, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, iniciado há cerca de 1 mês, para distribuição gratuita de máscaras caseiras de tecido e, portanto reaproveitáveis, para distribuição a pais de crianças internadas nas alas pediátricas de hospitais públicos como forma de proteção contra a Covid-19 tanto para eles e suas famílias em suas residências, quanto à parte das equipes de atendimento nesses hospitais que não contam com EPIs especializados e tem sido acometidas por infecção da doença, necessitando afastamento de seus postos de trabalho e agravamento da falta de profissionais especializados no sistema já sobrecarregado. Estas máscaras tem sido produzidas por um grupo de 7 costureiras não-profissionais de forma voluntária, com material (tecido 100% algodão, elástico, linha e embalagens individuais plástica descartável) adquirido com recursos de doações de pessoas físicas, tendo sido produzido cerca de 1.000 máscaras no período de 15 dias, as quais foram distribuídas para uso em alas pediátricas de 3 hospitais públicos. Além da distribuição das máscaras, o projeto podem também atuar na orientação educacional dessas famílias quanto ao uso correto das máscaras e cuidados gerais de assepsia para prevenção da contaminação por Covid-19. O aumento da escala do projeto depende do desenvolvimento de um modelo de negócio que proporcione a identificação de costureiras não-profissionais voluntárias, fabricantes ou distribuidores dos insumos que forneçam no volume e a um preço justo, assim como de um sistema logístico viável e otimizado de distribuição de materiais para as costureiras, coletas das máscaras produzidas por elas e distribuição para os hospitais, assim como de captação de recursos para custeio da operação.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoPais de famílias em situação de vulnerabilidade social que estejam com filhos internados em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) pediátricas e neonatais de hospitais públicos do Sistema Único de Saúde (SUS)
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D124 - NOME DO DESAFIO STT - SAÚDE TRANSPARENTE PARA TODOS
Nome do ProponenteWeverton Guedes
JustificativaA mídia tem usado dados (alguns até incorretos) sobre o COVID-19, bombardeando o cidadão com notícias a fim de alarmar a população à levar o caos. É de suma responsabilidade do governo trazer com transparência informações de onde está sendo investido cada centavo de imposto e consigo resultados.

Tal proposta é desenvolver um aplicativo para alcançar a margem dos 126,3 milhões de usuários brasileiros (dados de 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de internet e entregar com esse aplicativo não apenas dados de doenças históricas, mas também das últimas décadas e atuais que são divulgados pelo Min. da Saúde.

Usando esse aplicativo eles poderão ver a evolução do sistema de Saúde do Brasil, verão se seus impostos estão sendo bem utilizados em suas cidades, municípios e estados, usarão para denunciar quaisquer problemas em locais públicos de Saúde e/ou locais que tragam perigo à saúde pública, como gases tóxicos, deslizamentos e outros.

Por fim, comparando tais dados, o brasileiro entenderá que não há motivos para caos ou pânico, trazendo para empresas com facilidade as áreas que necessitam de auxílio, que faltam tratamento ou mais remédios e todos saberão que há outras doenças necessitam dessa mesma intensidade de atenção que está sendo dada ao novo Corona Vírus.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Meio ambiente, Informação
Público AlvoBrasileiros, usuários de aplicativos, empresas, médicos, sistema de saúde.
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D129 - NOME DO DESAFIO ORYGAMES - JOGOS EDUCATIVOS
Nome do ProponenteCARLOS A JAHARA
JustificativaInspirado no Osmo : https://www.youtube.com/watch?v=I9Qm18it47A

Ory é um projeto de jogo educativo para introduzir lógica e programação para crianças utilizando um ambiente lúdico e uma linguagem baseada em bloquinhos físicos de encaixar que podem ser confeccionados em casa. Como usamos Inteligência Artificial para reconhecer os bloquinhos, estes poderão ser dos mais variados temas: Ecologia, Combate ao Vírus, Saneamento, Higiene, Matemática, Química, etc.

A cada nível, um desafio é proposto. Por exemplo, fazer o personagem chegar na bandeirinha vermelha.
As crianças deverão montar uma sequência de peças para fazer seu robô chegar na bandeira conforme a imagem abaixo.
As peças (start, andar, pular, pegar, esquerda, direita, cima, baixo, 1,2,3,4… etc) podem ser impressas em papel, papel magnético ou EVA na própria escola ou em casa.
Qualquer um poderá baixar o software (open source), recortar as peças e colocar as crianças para brincar.
As peças poderão ser criadas pelos professores com os mais variados desafios e novas peças poderão ser adicionadas conforme a evolução do projeto.
Capture com a câmera a solução de cada criança a ser executada para ver se ela acertou o desafio.
Então o personagem no jogo realizará as ações programadas pela sequência de peças como a criança montou.
Esse é o projeto no Git que será TOTALMENTE gratuito de de código aberto:

https://github.com/OryGames/Ory/blob/master/README.md

Esse é um vídeo da versão alpha funcionando:

https://youtu.be/6jmZWQgmkS4
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Educação, Informação
Público AlvoCrianças , Adolescentes e Escolar Públicas e Privadas
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D131 - NOME DO DESAFIO CONECTAVID
Nome do ProponenteTuany Fernandes Valerio
JustificativaQual o problema a ser resolvido?
Não há um sistema universal de gerenciamento que equilibre a demanda de hospitais, por produtos usados no combate ao COVID19, com a oferta de produtos, produzidos por universidades e financiados por empresas.

Esse projeto visa apoiar, principalmente, os hospitais, ampliando as estratégias de controle, tratamento e diagnóstico do COVID19. Além dos hospitais, as universidades públicas serão beneficiadas, via aporte financeiro e de insumos, vindos de empresas dispostas a ajudar. Em resumo, será uma cadeia de benefícios, onde os interesses e necessidades de 3 agentes serão alinhados para alcançar um objetivo em comum: o combate ao COVID19 no Brasil.
De acordo com notícias que foram veiculadas em websites oficiais de algumas universidades nos últimos meses, bem como conversas com professores universitários, as universidades têm percebido uma crescente demanda por respiradores, protetores faciais, álcool em gel, entre outros produtos ou insumos. Entretanto, as universidades não estão conseguindo suprir essa demanda por falta de recursos financeiros.
Uma hipótese para a resolução do problema é que se houvesse o alinhamento de necessidades entre as universidades, os hospitais e as empresas, dispostas a ajudar, esse cenário poderia ser mais otimista.
Aplicabilidade pelo público-alvo: foi observado que algumas universidades estão disponibilizando informações, em seus websites, sobre como realizar as doações, porém um sistema único de gerenciamente poderia concentrar informações sobre a oferta e a demanda e otimizar a produção e os investimentos.
Viabilidade da construção: uma sugestão é que as universidades alimentem um banco de dados com a oferta (por exemplo, a capacidade de produção/tempo); os hospitais com a demanda por determinado produto (demanda diária/semanal/mensal); e as empresas com o aporte financeiro máximo que estão dispostas a oferecer.
Também, poderia ser explorada a comercialização por lotes. Por exemplo: a universidade X informa todos os detalhes técnicos e financeiros de determinado lote que será entregue a determinado hospital e as empresas escolhem o lote que querem financiar.
Considerando que há um sistema único de saúde no país (SUS), universidades públicas com estrutura de funcionamento semelhantes e empresas dispostas a ajudar voluntariamente ou motivadas pela manutenção de suas certificações, o projeto possui potencial para replicação/disseminação, bem como viabilidade de construção.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Meio ambiente
Público Alvohospitais, universidades e empresas
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D132 - NOME DO DESAFIO FORTALECIMENTO COMUNITÁRIO E SEGURANÇA ALIMENTAR
Nome do ProponenteNondas Ferreira da Silva
JustificativaHoje, diversos municipios tem grande parte da suas populações vivendo em comunidades rurais. Majoritariamente, os locais sempre apresentam pouca infraestrutura e acesso a tecnologias. A distância dos centos de ensino e pesquisa diminuem as oportunidades para que jovens possam treinar e aprender habilidade de gestão, empreendedorismo sustentável, e iniciar ideias para geração de renda em meio local.
Como gerar valor em se viver no campo, e ao mesmo tempo ter qualidade de vida, geração de renda e recursos naturais abundantes. Como promover a segurança alimentar, de pessoas que vivem em meio rural através de práticas agroecológicas ?
Dentro o desafio seria a implantação de hortas comunitárias, e em praças urbanas e comunidades rurais na forma de gestão compartilhada, com produção de hortaliças e plantas alimentícias, para consumo pela própria população aumenta a qualidade e quantidade de nutrientes que as pessoas ingerem em suas refeições.
Os canteiros teriam produção de diversos produtos, alface, couve, cebolinha, cenoura, salsa, rúcula, agrião, beterraba, oroponobis. As plantas a serem utilizadas devem ser de comum conhecimento da população, sendo valorizado o resgado do saber tradicional e hortaliças e ervas utilizadas.
O sistema teria um aplicativo para comunicação e gestão da produção, além disso, teria uma base de dados organizadas com a produção dos canteriros e famílias beneficiadas pelo projeto. O aplicativo seria importante para estimular a curiosidade dos jovens, que estão bem adaptos ao mundo digital, mas trazendo informações e conhecimento do que as hortas produzem, assim as pessoas poderiam saber o que cada comunidade tem produzido, quem são os agricultores, onde e como adquirir os produtos.
O projeto além de estimular a produção orgânica, visa a produção de uma composteira, assim, os produtos orgânicos usados pela população seriam reaproveitados e virariam compostos, para serem utilizadas na própria horta, reduzindo a produção de lixo urbano ou rural.
Uma equipe de jovens rurais iriam fazer a comunicação, produção de fotos e vídeos do dia adia das pessoas nas hortas, contando a historia e realizando coleta de informações de receitas tradicionais e divulgando em mídias e redes sociais, esses seriam os jovens comunicadores populares da região.



A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Meio ambiente, Informação
Público AlvoComunidades rurais e urbanas, jovens, agricultores e povos tradicionais.
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D134 - NOME DO DESAFIO REDUÇÃO 50
Nome do ProponenteJoão Vitor Gomes Cibreiros
JustificativaReduzir o custo de aquisição e/ou manutenção em 50% para equipamentos de baixa complexidade dentro de Hospitais públicos
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Informação
Público AlvoHospitais e clínicas públicos
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D137 - NOME DO DESAFIO A PROBLEMÁTICA DO PROCESSO DE APRENDIZADO
Nome do ProponenteElisa Mariana Wunderlich Pscheidt
JustificativaA deficiência no processo de aprendizado durante o período de isolamento social causado pela crise do COVID-19 se torna cada vez mais grave à medida que a falta de contato aluno-professor se distancia.Tendo em vista os problemas sociais de parcelas em situação vulnerável da sociedade que não possuem acesso à tecnologia, dificultando o aprendizado virtual de alunos em tais situações, juntamente com a escassez de recursos didáticos viáveis de serem utilizados para a transmissão e explicação dos conteúdos de forma lúdica pelos professores, não só os alunos perdem a matéria que lhes seria dada presencialmente caso não houvesse a crise do coronavírus, mas também perdem com o passar do tempo seu potencial curioso que necessita aprender novos conhecimentos.
O déficit lúdico do ensino à distância no ensino fundamental está fazendo com que as crianças percam o interesse por aprender, já no ensino médio, faz com que os adolescentes não tenham paciência com programas de computador lentos, arquivos pesados, aulas virtuais maçantes e sem que os professores os vejam, bem como trabalhos remotos mecânicos com questões que o google responde pelos mesmos.
A educação, mais do que nunca, está implorando por um processo de atualização e valorização do que realmente importa, mas que na maioria das vezes é deixado de lado: O contato humano.
Ensinar o que o google não pode responder, ter disponibilidade de didáticas virtuais que permitam com que os alunos pensem por si, interajam com professores como se fosse um contato frente-à-frente, que os possibilite dialogar sobre os assuntos lecionados e, ainda, que ensinem os outros por meio de suas experiências, uma vez que, segundo Paulo Freire, ao ensinar, aprende-se.
O ensino educacional e a tecnologia devem se aprimorar mutúamente, porém o que temos visto hoje em dia é a mecanização do processo de ensino, transformando alunos em máquinas de fazer resumo do conteúdo e textos dissertativos. A escassez de tecnologias e programas computacionais para que tal progresso na educação ocorra à distância dificulta ainda mais a imersão do aluno no aprendizado, bem como a necessidade do sistema de ensino abrir espaço para atividades onde possa-se haver o aprendizado real por parte do aluno e a facilidade de acesso do professor, de modo que ambos possam se contatar como se fosse uma aula presencial, faz com que o viés humano da educação vá se perdendo ao passo que o processo de aprendizado continua inflexível.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Educação, Informação
Público AlvoProfissionais de ensino e discentes.
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D138 - NOME DO DESAFIO MONITORAMENTO PARA EVITAR AGLOMERAÇÕES
Nome do ProponenteVANDERLEI DE SOUZA ARAUJO
JustificativaA grande preocupação está nas aglomerações de pessoas. Vivemos num mecanismo capitalista, onde "as engrenagem" do sistema não podem parar causando grandes impactos a economia. Em contrapartida estamos em meio a uma grande epidemia que exige que a população caminha na "contramão" de que o sistema necessita atualmente. Os órgãos competentes da saúde solicitam, todos em consenso, para que a população evite aglomerações. Caso não seja respeitado, a saúde entra em colapso. Caso respeitem, a economia entra em colapso. Portanto, a ideia primária é criar tecnologias que atendam os dois lados ou aprimorar as já existentes. uma grande dificuldade está nos grandes centro, onde os meios de transportes públicos andam abarrotados de passageiros. as atividades nas indústrias e comércio poderiam neste momento, em parceria com o poder público, criar horários escalonados/rodízios para diminua o número de pessoas ao mesmo tempo nas ruas. Criação de aplicativos, com a tecnologia GPS ou similar, para que seja autorizada a saída pessoas seja obrigatório seu uso. Sua função é quantificar o número de pessoas nas ruas, trajetos que evitem aglomerações, caso a pessoa seja contaminada tem se a rota de deslocamento, possíveis focos e outras pessoas que "colidiram" com essa rota sendo possíveis casos novos da doença. Nas tecnologias já existentes, poder aprimorar o "delivery", onde seja ampliado para todos os setores, mesmo aqueles inimagináveis neste conceito de negócio.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio
Público AlvoSistema de saúde e o sistema econômico.
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D139 - NOME DO DESAFIO USO DA TECNOLOGIA DO PLASMA DA FUNDAÇÃO KESHE NA ERRADICAÇÃO E PREVENÇÃO DO COVID-19
Nome do ProponenteRafael Alves Farias Teixeira
JustificativaComo uma organização científica, a Fundação Keshe vem desenvolvendo a tecnologia espacial há mais de 20 anos. Uma de suas áreas de desenvolvimento é o processamento de infecções por vírus, como foi feito e documentado na China no ano passado com a Febre Suína Africana. A tecnologia da Fundação Keshe pode prevenir a propagação de todos os vírus, esterilizar áreas contaminadas e, em geral, parar o movimento desta crise de Pandemia de Coronavírus, como está sendo feito atualmente no Irã.

A tecnologia da Fundação Keshe pode ser implementada rapidamente, para impedir a propagação e transmissão do vírus em aeroportos, portos costeiros, ou quaisquer outros pontos de entrada de fronteira. Além disso, ela pode proteger todas as áreas públicas, tais como escolas, instituições, hospitais e transportes públicos.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Meio ambiente
Público AlvoEscolas, instituições, hospitais, aeroportos, portos costeiros e transportes públicos
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D143 - NOME DO DESAFIO PLATAFORMA SABORES & SABERES: UM MARKETPLACE DE NEGÓCIOS PARA AGRICULTURA FAMILIAR
Nome do ProponenteRaquel Breitenbach
JustificativaNo cenário de pandemia causada pelo Coronavírus o Brasil adotou a medida de isolamento social, o qual vem acompanhado de limitações nas operações de comércio e distribuição de alimentos, impossibilitando o funcionamento de diversos estabelecimentos como feiras livres, restaurantes, bares, shoppings, hotéis, vendas de beira de estrada etc. Este contexto tem agravado ou causado problemas para dois importantes elos fragilizados das cadeias produtivas de alimentos: agricultores familiares e consumidores de baixa renda.
Para os agricultores familiares que comercializam seus alimentos nas feiras livres, em programas institucionais, restaurantes, bares, shoppings, hotéis, etc. foram reduzidas as possibilidades de escoamento da produção, consideradas as dificuldades deste setor se inserir em cadeias agroalimentares tradicionais. Neste caso, a renda destas famílias também está sendo comprometida e alimentos se acumulam ou estragam nas unidades de produção agropecuárias.
Para o consumidor, reduziram-se as possibilidades e locais de aquisição de alimentos, os preços dos alimentos se elevaram e os vínculos construídos entre consumidores e agricultores familiares sofreram distanciamentos. Neste caso, consumidores que optavam pelas cadeias curtas de comercialização de alimentos, especialmente as feiras livres, passaram a ter dificuldades de encontrar produtos de qualidade e procedência perfeitamente identificados com os preços competitivos comparativamente com as feiras. Ou seja, ocorreu interrupção de cadeias produtivas de alimentos, gerando gargalos para o escoamento da produção e manutenção da remuneração, além da possibilidade de desabastecimento de bens que são de primeira necessidade.
Somado a isso, a insegurança alimentar e a pobreza são mais expressivas no campo do que na cidade. Os dados apontam que 20,8% das pessoas que vivem no campo tem rendimento domiciliar per capita mensal que indicam extrema pobreza, ou seja, menos de R$ 70,00 mensais. Já no meio urbano, esse percentual é de 3,7% (IBGE, 2010). Acerca da insegurança alimentar, também é maior no campo, sendo que 35,3% da população rural e 20,5% da população urbana vivem em cenário de segurança alimentar (IBGE, 2014).
A diminuição das atividades no meio rural, especialmente da comercialização de alimentos, que é realizada pela agricultura familiar, podem agravar esses indicadores. Se teme uma crise no abastecimento e escoamento de alimentos, enquanto impactos sócio culturais e econômicos decorrentes da pandemia.
O presente projeto objetiva fornecer à sociedade uma solução tecnológica de baixo custo para comercialização e aquisição de alimentos da agricultura familiar. Como objetivos específicos destaca-se: a) Desenvolver uma plataforma digital em formato de marketplace que facilite a comercialização e aquisição de alimentos da agricultura familiar; b) Aproximar consumidor do produtor de alimentos; c) Fornecer informações de procedência, técnicas e sistemas de produção dos alimentos.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoO presente projeto busca atender dois públicos: 1) Agricultores familiares que produzem alimentos - O modelo econômico baseado na agricultura familiar é responsável pela sobrevivência de milhares de famílias em todas as regiões do país. A Organização das Nações Unidas (ONU, 2018) alerta para a importância comercial da agricultura familiar, a qual contribui com 80% de toda a produção mundial de alimentos. No mundo todo aproximadamente 570 milhões de produtores rurais estão nesse sistema, o que corresponde a 90% de todas as propriedades agrícolas mundiais (ONU, 2018). No Brasil, a agricultura familiar representa 77% (3.897.408) dos estabelecimentos agropecuários. Este setor é responsável por 23% do valor da produção e ocupa 23% da área total (80,89 milhões de hectares). O setor também tem importante contribuição social e econômica ao empregar 10,1 milhões de pessoas, correspondendo a 67% do total de trabalhadores nos estabelecimentos agropecuários (IBGE, 2017). A agricultura familiar brasileira produz 70% do feijão, 34% do arroz, 87% da mandioca, 46% do milho, 38% do café, 21% do trigo, 50% das aves, 30% dos bovinos, 60% da produção de leite e 59% do rebanho de suínos (IBGE, 2017). Ainda, para 90% dos municípios brasileiros com até 20 mil habitantes, a agricultura familiar é a base econômica, sendo responsável pela receita de 40% dos brasileiros economicamente ativos no Brasil (IBGE, 2017). Em nível mundial os agricultores familiares são fundamentais para a produção de alimentos e garantia de abastecimento alimentar (FAO, 2018). No Brasil, a agricultura familiar é também o setor predominante e essencial no que se refere a produção de alimentos. Apesar de sua importância, a agricultura familiar está entre os grupos mais vulneráveis à pobreza e à fome no meio rural (FAO, 2018) e sofre pressões de distintas fontes, as quais abalam sua reprodução. Uma das pressões vem dos mercados oligopolizados, coordenados por impérios alimentares, com poder de mercado nacional e internacional, que priorizam a grande escala produtiva (PLOEG, 2008). Estes se mantêm com maior competitividade no mercado, ao mesmo tempo que pressionam os agricultores familiares a se adequarem às suas exigências de escala e tecnologia para fazer parte de longas cadeias produtivas. Considerado esse cenário hegemônico na comercialização de alimentos do Brasil, os agricultores familiares buscam canais alternativos de comercialização, priorizando as cadeias curtas de comercialização, utilizando as feiras livres como principal estratégias de inserção no mercado. Portanto, as vendas diretas ao consumidor, à exemplo das feiras livres, são fundamentais para a reprodução destas famílias de agricultores geralmente em vulnerabilidade social. 2) Consumidores de alimentos, especialmente baixa renda - As vendas diretas da agricultura familiar vem crescendo. Isso se explica parcialmente pela valorização do rural pelo urbano e por permitirem preços mais acessíveis ao consumidor ao eliminar intermediários, o que também garante mais renda ao produtor (POZZEBON et al., 2017). Neste caso, os consumidores com menor disponibilidade orçamentária, ao terem acesso aos canais curtos de abastecimento, alicerçados na agricultura familiar, terão disponíveis produtos com preços menores, contribuindo para diminuição de despesas familiares. Ainda, os consumidores são beneficiados com valores “intrínsecos” conexos à agricultura familiar, quais sejam: alimentos orgânicos, artesanais, territoriais, com indicação geográfica e sustentáveis (POZZEBON et al., 2017; FERRARI, 2011). Com as medidas de combate ao Covid-19 no Brasil, muitas estratégias de venda direta, à exemplo das feiras livres, suspenderam ou diminuíram suas atividades, gerando um problema de escoamento da produção e de abastecimento. Nisto que buscaremos auxiliar, ao criar alternativa de comércio direto. Portanto, mesmo que os canais de comercialização como as feiras livres estejam inoperantes, o projeto quer contribuir na manutenção ou ampliação das compras diretas, trazendo vantagens para os dois públicos alvos: consumidores e agricultores.
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D146 - NOME DO DESAFIO SMART FACE SHIELDS
Nome do ProponenteNewton Fukumasu
JustificativaA necessidade de EPIs pelos agentes hospitalares ficou mais evidente durante essa pandemia, sendo de vital importância para se evitar a contaminação dos profissionais de saúde no atendimento dos pacientes. Nesse âmbito, desenvolver um sistema com propriedades auto-bactericidas e viricidas se torna importante para evitar a propagação de contaminantes durante o uso do EPI, além de facilitar sua limpeza e recondicionamento para o uso contínuo, diminuir a necessidade de reposição, manter o profissional mais protegido e diminuir a poluição do meio ambiente pelo descarte incorreto.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Meio ambiente
Público AlvoProfissionais de saúde, comunidade em geral.
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D148 - NOME DO DESAFIO ANTI-COVID SOCIETY
Nome do ProponenteJoão de Moraes Miranda
JustificativaO COVID representa um risco às sociedades, mas estas hoje tem algumas ferramentas que podem ajudar tanto na orientação de indivíduos quanto na coleta de informações e suporte a elaboração de políticas públicas.

A idéia é criar um aplicativo de celular que consolide informações objetivas baseadas nas pesquisas que têm sido disponibilizadas pelo mundo inteiro, mas com linguagem adequada e com viés de orientação prática com fins de se ter uma prática de medicina primária extremamente necessária mas ainda em falta no Brasil.

Um exemplo é solicitar a cada usuário algumas informações sobre suas práticas de higiene e de cuidados sociais e, com o conjunto das informações, mostrar um heat map geográfico com a probabilidade de contágio a que cada indivíduo está se submetendo. Esta iniciativa tem o intuito de educar o usuário quanto à responsabilidade conjunta dos hábitos pra combater o COVID-19 na sociedade.

O Desafio consistirá também em buscar formas de usar os aparelhos celulares como monitores pra identificar diferentes estágios dos sintomas e, com permissão do usuário, fazer o compartilhamento desta informação pra fins de pesquisa e elaboração de políticas públicas de saúde contra o COVID.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Informação
Público AlvoA sociedade como um organismo de combate ao COVID
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D149 - NOME DO DESAFIO SAÚDE, PRIVACIDADE E BLUETOOTH: COMO ENGLOBAR OS TRÊS CONCEITOS EM UM APP
Nome do ProponenteMariane Andrade Moreira
JustificativaO combate ao COVID-19 é de máxima importância. Contudo, isto não pode ocorrer sem nos preocupar com a privacidade dos cidadãos. Afinal, dados coletados para o controle da pandemia não podem violar direitos fundamentais nem correr o risco de serem utilizados e acessados por terceiros mal-intencionados.
Deste modo, o desafio aqui proposto é o desenvolvimento de um app o qual permita que saúde pública e privacidade caminhem lado a lado.

Em primeiro lugar, o app trará benefícios diretos para a saúde, pois, se amplamente utilizado, facilitará o rastreamento da infecção, que poderá ser feito pelos próprios indivíduos.
Desta forma, ele garantirá escalabilidade, permitindo que comunidades e populações vulneráveis em grandes centros urbanos sejam alcançados, bastando ter um aparelho celular com possibilidade de baixar o app.
Finalmente, o app auxiliará o acesso à informação, pois o usuário será informado de antemão sobre sua exposição a um indivíduo infectado, garantindo que tome as providências necessárias como o acesso imediato a um serviço de saúde. Tudo isto sem expor o usuário e pacientes infectados, garantindo portanto a privacidade do cidadão brasileiro, ao mesmo tempo que o controle da pandemia é realizado de forma mais eficiente.

Os participantes do evento deverão desenvolver um aplicativo (app) de rastreamento de indivíduos infectados e notificação de indivíduos expostos utilizando a tecnologia Bluetooth Low Energy (BLE) que permita medidas técnicas de segurança que garantem a proteção da privacidade dos indivíduos.
O app conectaria o usuário a serviços de saúde, que registrariam os pacientes infectados em base de dados pseudonimizada. Uma vez que um paciente fosse registrado, todos os usuários que entraram em contato com ele (detectado pelo serviço bluetooth) seriam notificados como usuários possivelmente expostos ao vírus.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoCidadãos brasileiros e serviços de saúde
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D152 - NOME DO DESAFIO COMPUTAÇÃO SOCIALMENTE SUSTENTÁVEL
Nome do ProponenteAllan Felipe Brochier dos Santos da Silva
JustificativaPiora da distribuição de renda e compras no varejo na sociedade pós covid19.

Injustiça social e enriquecimento apenas dos gigantes da nuvem - varejo centralizado em 1% das lojas.

Na atual e futura arquitetura de computação na nuvem o preço é o único fator que importa.
Com o advento de containers, microservicos e frameworks bem definidos todos os serviços terão alta qualidade, segurança, performance e disponibilidade , isso é inevitável.

A diferença será apenas o preço. quanto mais barato o megabyte mais esse serviço será utilizado, semelhante ao mercado do algodão, cana de açucar, carvão e petroleo.

O desafio seria criar um novo índice no preço, um atributo nos serviços distribuídos. Atualmente temos disponibilidade e velocidade, teríamos um novo índice, o de responsabilidade social do megabyte.

Isso implica em um novo tipo de característica no parâmetro do serviço. O que seria utilizado para medir esse índice:
- Fonte da energia elétrica para manter a infraestrutura cloud
- Responsibilidade social e ambiental da empresa que desenvolveu o serviço cloud,
- Investimentos em pesquisa e desenvolvimento da empresa

Parte do faturamento das empresas cloud com notas inferiores seria repassado para empresas com notas melhores nesse índice.

Possível implementação da solução: colocar nos tokens de autenticação cloud a "nota verde". Quando o certificado digital é emitido para empresa ele vai junto a "nota verde", isso é propagado por toda cadeia JWT do serviço cloud e assim podemos ver quais chamadas distribuídas são mais verdes que outras.

Por exemplo: uma startup em uma vila carente teria uma nota de responsabilidade social muito maior que uma gigante que fica no prejuizo apenas para monopolizar o mercado.
Imaginem essa possível "nota verde" como um serviço de distribuição de megabytes na nuvem para evitar que toda internet fique monopolizada em apenas um provedor.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Meio ambiente, Informação
Público Alvosociólogos, desenvolvedores de software livre, pesquisadores, comunidades carentes, pequenos empresários, ambientalistas, desenvolvimento sustentável.
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D154 - NOME DO DESAFIO RESÍDUOS X COVID-19
Nome do ProponenteCaroline Lopes
JustificativaHá alguns locais onde a coleta seletiva de lixo não chega, por serem muito estreitos etc, e a população acaba jogando o lixo na rua. Toda insalubridade ajuda a propagar vírus, então, seria interessante maneiras de acelerar o gerenciamento de resíduos sólidos em locais onde eles não são tratados.
Incentivar/educar a população a separar lixo.
"Pontuar" a região por ter alto nível de separamento de lixo (orgânico x não orgânico) e compensar com desconto em algum tipo de conta ou alguma outra recompensa.
Definir locais de coleta de lixo.
Obter/adaptar veículos para que consigam entrar nesses locais e recolher o lixo.
Ex. Bicicleta motorizada com uma espécie de "bagageiro" na traseira, como se fosse uma pequena "caminhonete", mais estreita e alta.
Incentivar cooperativas de reciclagem/ cooperativas de produção de adubo. Crescer a economia circular.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis, Educação, Meio ambiente
Público Alvoórgão públicos, startups
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D156 - NOME DO DESAFIO COVID FREE SOCIETY TARGET
Nome do ProponenteJoão de Moraes Miranda
JustificativaUm dos maiores desafios no Brasil é gerar a adesão de um número expressivo de pessoas a ações que beneficiem a coletividade. Agora uma pandemia bate à nossa porta e nos demanda uma profunda mudança neste sentido.

Por outro lado as Prefeituras e os Governos dos Estados têm a difícil tarefa de definir políticas de restrição social sem terem informações de qualidade para tal.

Nosso objetivo aqui é criar incentivos adequados pra incentivar a adoção desta cultura de colaboração, sem necessitar de imposições do Estado como multas, prisões ou policiamento.

Assim, a idéia é espalhar em estabelecimentos como mercados, farmácias, postos de policiamento entre outros, centros de medição de saturação de O2 e de temperatura na proporção aproximada de 1 a cada 10.000 habitantes. Através de um aplicativo que localizará estes centros, as pessoas tirarão a foto de um QR Code que estabelecerá uma conexão de bluetooth entre o medidor e o aplicativo, registrará a medição para o usuário e para um banco de análise individual e populacional.

Como exemplos de incentivos, a pessoa que fizerem ao menos duas medições semanais em dias diferentes poderão contar com a próxima parcela do pagamento da ajuda Governamental (as que forem elegíveis). Os bairros com maior adesão poderão votar também pelo aplicativo pra decidirem como alocar os recursos de Ementas Parlamentares em suas respectivas Cidades. Os bairros com maior adesão, de acordo com as medições coletadas, poderão conquistar também de seus Prefeitos orientações de menor restrição social, até o retorno à atividade, sempre de forna monitorada. As forças policiais também poderão registrar em cada bairro o percentual de adesão no uso de máscaras dos Cidadãos ajudando assim pra que a Cidadania no bairro seja avaliada.

A idéia é que as informações sejam o mais transparentes possível, sem ferir qualquer direito e cada proposta terá de ser devidamente validade e negociada com as autoridades envolvidas. O acesso às informações também deverão ser autorizadas pelos cidadãos no aplicativo.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoPessoas que queiram ser beneficiadas por suas atitudes cidadãs.
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D158 - NOME DO DESAFIO AUXÍLIO PSICOLÓGICO E MATERIAL PARA MULHERES PRESAS
Nome do ProponenteMARTINA HUMMES BITENCOURT
JustificativaAs mulheres no Brasil são submetidas a situações de exclusão e desigualdade em diversos âmbitos da sociedade, como, por exemplo, no mercado de trabalho ainda ganhando salários menores do que os homens e assumindo menos posições de lideranças, têm maior dificuldade de planejamento e evolução em suas carreiras por ainda assumirem papeis domésticos com exclusividade e exercerem em número maior em comparação aos homens função de cuidadoras quando familiares se encontram em necessidades. Ainda, são vítimas recorrentes de feminicídio e violência doméstica.Culturalmente, são ainda vistas como objetos sexuais. Na política, são poucas as mulheres a exercer cargos.
Quando se fala em em mulheres encarceradas pelo sistema de justiça criminal toda esta situação já decorrente da própria questão de gênero é ainda mais agravada, pois sofrem não somente pelo aprisionamento, mas com a menor quantidade de visitas e com as distâncias de suas famílias, em especial suas filhas e filhos e apresentam elevados níveis de comprometimento de saúde mental, tais como depressão grave e transtornos afetivos. A maternidade nos casos de mulheres presas também é uma questão complexa que não possui a devida atenção dos poderes públicos, pois muitas ainda amamentam dentro dos presídios até a criança atingir certa idade quando, então, elas são retiradas do seio materno para que não passem a viver também encarceradas. Tais situações acentuam as condições psicológicas e psiquiátricas das mulheres presas, as quais têm até 25% a mais de doenças psiquiátricas ou problemas psicológicos quando em comparação com homens presos.
Com a pandemia da COVID-19, esta situação está ainda mais intensificada, em razão de ter sido suspensas as visitas em praticamente todo o sistema prisional brasileiro (que já eram poucas no caso das mulheres), afetando ainda mais suas precárias condições de saúde mental, pois se encontram ainda mais abandonadas, bem como a falta de recursos materiais, principalmente itens de higiene e vestuário, os quais eram enviados pelas famílias durante as visitas, ora suspensas pela crise instaurada no país e no mundo.
Considerando esta situação, o desafio proposto é elaborar soluções que objetivem atender a escassez de condições de mulheres encarceradas no Brasil em dois âmbitos: o da saúde mental e o de recursos materiais.
Uma possível ideia de solução para auxílio psicológico dessas mulheres seria a realização de aplicativo e tecnologias que viabilizassem o atendimento psicológico e/ou psiquiátrico para as mulheres presas de forma online, visto que a terapia através dos meios digitais já é permitida pelo Conselho Federal de Psicologia, a fim de minimizar os danos psíquicos que ocorrem com essa população completamente marginalizada e esquecida. Há muitos profissionais de psicologia no Brasil que já estão se disponibilizando para atendimento gratuito, porém, poderia ainda se pensar em alguma alternativa de contrapartida para esses profissionais.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoMulheres brasileiras encarceradas e suas famílias
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D160 - NOME DO DESAFIO POPULAÇÕES VULNERÁVEIS
Nome do ProponenteJuliano Silva
JustificativaA escolha pelo desafio é poder proporcionar suporte àqueles que estão desempregados ou
podem perder o emprego, através de uma plataforma e uma equipe que irá auxiliar as pessoas de forma simples e rápida.
Mais de 12 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, e esse número só cresce, principalmente populações vulneráveis, que não conseguem nem se quer chegar nas entrevistas de empregos.
O intuito com esse desafio, é poder ajudar aqueles que precisam, dando apoio e suporte nesse momento conturbado.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio
Público AlvoDesempregados que estejam procurando empregos, populações vulneráveis e pessoas com dificuldades em encontrar emprego.
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D161 - NOME DO DESAFIO GASTRONOMIA NA TERCEIRA IDADE
Nome do ProponenteHelvio MatznerR
JustificativaPlataforma virtual com aulas de culinária administradas por professores de culinária na Universidade UNA onde a terceira idade irá participar ONLINE onde a interatividade com suas receitas serão registradas em um livro. A organização e a apresentação das aulas estarão por conta de Helvio Matzner. A mentora do projeto Instituto Ãnima estará auxiliando a produção.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Meio ambiente, Informação
Público AlvoTerceira idade
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D162 - NOME DO DESAFIO OXÍMETRO DE PULSO DOMICILIAR
Nome do ProponenteHernani Conforti
JustificativaVisto que a doença pelo novo coronavirus (COVID-19) é identificada pelos profissionais de saúde quando há uma complicação dos sintomas gripais, ou seja, com o aumento da piora do padrão respiratório, a queda da saturação e o aumento da febre, uma pessoa sintomática evitaria idas desnecessárias aos serviços de saúde se pudesse monitorar em casa sua saturação, com um oxímetro de pulso, e procurar o serviço médico apenas quando esta se apresente alterada. O desafio é criar um aparelho de baixo custo e alta sensibilidade para quedas na saturação.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoA população de um modo geral, principalmente indivíduos sintomáticos com quadros leves
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D163 - NOME DO DESAFIO CRÉDITO POPULAR
Nome do ProponenteEnrique Fynn
JustificativaPequenas empresas e empreendedores individuais correm severo risco durante a pandemia e desestabilização da economia. Linhas de crédito podem assustar empreendedores que não sabem se terão capacidade financeira de honrar os pagamentos.

A plataforma visa aproximar os mercados de futuro de pessoas que não têm acesso a ele. Cada futuro é representado por um cupom de desconto para o futuro. Por exemplo, um restaurante poderá emitir cupons de 10% de desconto em uma refeição para ser executada no futuro.

O sistema atuaria como um empréstimo em que o pagador pode se sentir mais confortável ao utilizar esse "empréstimo" e ao mesmo tempo pode calcular a margem do mesmo e adequá-lo ao livre mercado. Além disso, com o capital adquirido pela venda desses futuros, o comerciante pode comprar insumos para seu comércio na forma de outros cupons, movimentando a economia para o futuro.

O mecanismo é útil também para em tempos de normalidade econômica. Empresários podem utilizar a plataforma para se resguardarem de futuras incertezas.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio
Público AlvoMicro, pequenas e médias empresas
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D165 - NOME DO DESAFIO DIVERSA CONEXÃO
Nome do ProponenteLuana Costa Lemos
JustificativaAtualmente o Brasil tem perdido postos de trabalho devido à pandemia e à medida de isolamento social recomendada pela OMS. Mas a tecnologia permitiu as lives de cantores e artistas como forma de entretenimento para os que estão em casa e uma janela importante para a Promoção do Trabalho dos Intérpretes de Libras que são mediadores da Comunicação para um público que segundo dados do último Censo Demográfico de 2010, são cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil – a População Surda.
Em meio à crise, as lives tornaram-se instrumento de solução inclusiva, possibilitando à população surda captar a emoção das apresentações dos artistas, divertimento nesse momento delicado, sentimento de representatividade e a simpatia do público expectador. Para os Intérpretes, as lives proporcionaram garantia de renda, reconhecimento dos artistas e divulgação da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Espera-se que essa experiência mantenham-se, mesmo após o confinamento, dando visibilidade às causas dessa parcela da população e que abra oportunidades a outros grupos minorizados no entretenimento, nos espaços culturais, de eventos, no mercado de trabalho e no meio social em geral.
O objetivo desta proposta é desafiar as equipes do evento HACKCOVID19 a pensar formas (plataforma, aplicativo etc) de conectar- dá o Match- entre 04 públicos: 1- O público-alvo desta proposta; 2- Projetos representantes das causas que envolvem esse público; 3- Instituições de ensino, profissionais, estudantes, professores mentores com conhecimento e disponíveis a oferecer capacitação e mediação de conteúdo; 4- Empresas, agências e produtores que percebam a importância de incluí-los no seu quadro de colaboradores ou recrute-os para seus eventos (presenciais ou online) do casting de pessoas capacitadas. Sugere-se que os projetos representantes sejam mediadores nessa relação de capacitação e apoio ao público-alvo da proposta devido a exclusão digital como possível limitação.
As fontes de informação desta proposta são do último senso, que mostram a população brasileira como 54% pretos ou pardos, 24% com algum tipo de deficiência, e 10% são LGBT. Números altos, mas na prática, convivemos pouco com essas pessoas nas escolas, no mercado de trabalho e no meio social. Na produção de eventos, no meio cultural, de criatividade e de entretenimento o que se vê é padrão de beleza de modelos, jovens, brancos e bem-sucedidos. Então é um desafio reconhecer que isso é uma distorção da sociedade. Por isso, incluir públicos diversos em todos os espaços é preciso, para que se tenha uma representatividade social. Os potenciais benefícios para as populações vulneráveis é trazer o debate desse tema para a arena, gerar rede de apoio e conexão entre os públicos envolvidos. Assim como: capacitação, projeção de oportunidades de inserção social, cultural e no mercado de trabalho. E assim, ser um meio na resolução dos problemas que impedem inclusão, diversidade e acessibilidade nos espaços em geral.
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis
Público AlvoPessoas de grupos minorizados, vulneráveis e/ou pouco visibilizados no entretenimento, nos espaços culturais, de eventos, no mercado de trabalho e no meio social em geral. Tais como exemplo: pessoas com deficiência, egressos de privação de liberdade, jovens de abrigamento, negros, refugiados, LGBTQI+, idosos, indígenas, etc.
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D166 - NOME DO DESAFIO VULNERABILIDADE SOCIOECONÔMICA - COVID-19
Nome do ProponenteWasmália Bivar
JustificativaDesenvolvimento de uma plataforma que apresente e facilite o acesso à dados intramunicipais e georreferenciados das características socioeconômicas da população, combinadas aos dados de infectados e mortos pela Covid19, com o objetivo de orientar de modo eficaz as ações públicas e privadas.
As condições socioeconômicas da população interferem diretamente na efetividade das ações de prevenção e tratamento do Covid19. As recomendações de higiene e isolamento dos que manifestam sintomas indicativos de possível contaminação serão inócuas para aquelas famílias que não têm acesso à água ou que são numerosas e vivem em domicílios com um número de cômodos muito reduzido. Do mesmo modo, manter-se em casa pode ser uma orientação impossível de ser seguida para famílias que não dispõem de renda suficiente para atender as suas necessidades imediatas de sobrevivência.
Maiores serão os riscos da pandemia quanto maior a proporção de famílias e pessoas em piores condições de moradia e conhecer as informações georreferenciadas pode servir para organizar a reivindicação da população local e as ações públicas.
As fontes de informação seriam os dados de saúde do município e aqueles do último Censo Demográfico, de 2010. Embora sejam de 2010 os dados do Censo podem traçar um mapa das áreas social e economicamente mais vulneráveis em um Município. Justamente as áreas nas quais tais características se transformam em fortes condicionantes das ações de combate ao vírus.
A seguir é apresentada uma sugestão de indicadores:

População
1. População residente
2. Proporção dos domicílios e da população residente em aglomerado subnormal
3. População residente e proporção por cor e raça, sexo e idade
5. Proporção de óbitos de crianças menores de um ano em cada mil crianças nascidas vivas.
6. Média de idade com que as pessoas morreram (divisão da soma das idades ao morrer pelo total de óbitos por todas as idades)
7. Percentual da população por culto ou religião

Habitação e Saneamento
8. Domicílios por tipo de saneamento
(1) Adequado - escoadouros ligados à rede-geral ou fossa séptica, servidos de água proveniente de rede geral de abastecimento e com destino do lixo coletado diretamente ou indiretamente pelos serviços de limpeza
(2) Inadequado – os demais
9. Número médio de moradores por dormitório.

Emprego e Renda
10. Rendimento mensal total domiciliar per capita nominal:
• "Até 1/4 SM (=R$128)",
• "Até 1/2 SM (=R$255)",
• "Até 60% da mediana (=R$225)"
11. Percentual da população ocupada que leva, em média, mais de uma hora para chegar até o local de trabalho
12. Percentual da população que está ocupada sem carteira assinada ou trabalha por conta-própria

Educação
13. Percentual da população de 0 a 3 anos de idade que frequenta creche
14. Proporção de matrículas no Ensino Básico no total da população em idade escolar (0 a 19 anos)
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público Alvopopulação em geral, associações de moradores, formuladores de política, organizações não governamentais e pesquisadores
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D167 - NOME DO DESAFIO INTELIGENCIA ARTIFICIAL PARA PREVER SUPERLOTAÇÃO DE HOSPITAIS
Nome do ProponenteRODRIGO DIAS ARNAUT
JustificativaEstaremos sempre vulneráveis a super lotação de hospitais em qualquer época do ano, seja com pandemia ou sem pandemia. Mas com o Covid19 estamos tendo a oportunidade de construir sistemas que deixem legados para a área de saúde tão carente.


O desafio "Uso de Inteligencia Artificial para prever superlotacao de hospitais" irá inspirar e provocar os participantes a construírem soluções de software (apps) e integração de hardware (iot) para que a população e os gestores públicos possam twr na palma da mão como está a ocupação em todos os hospitais do Brasil, incluindo pronto socorros, UPAs, UBA e CTIs.

A analogia são os sistema de monitoramento de superlotação de vagas dos estacionamentos de shopping centers. A vida é mais mportante do que garantir sua vaga num shopping!

http://www.demdv.cefetmg.br/wp-content/uploads/sites/54/2019/04/Victor-Rosario.pdf
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoGestores de saúde e pacientes (a caminho de hospitais)
Video do DesafioNenhum.
 
D172 - NOME DO DESAFIO EM TEMPOS DE COVID-19, O PERIGO DO TOQUE. A VISÃO NA MÃO
Nome do ProponenteRodrigo Agrellos
JustificativaGlobalmente, estima-se que 36,0 milhões de pessoas sejam cegas e que, até 2015, cerca de 216,6 milhões de pessoas eram portadoras de deficiência visual moderada ou grave.Durante a atual pandemia, as pessoas com deficiência podem ter quatro vezes mais chances de sofrer ferimentos ou morrer do que as pessoas sem deficiência. Os impactos adversos à saúde nas pessoas cegas ou de baixa visão durante a pandemia do COVID-19 são somados às adversidades diárias e que, de maneira geral, podem ser evitadas por meio de um planejamento comunitário mais inclusivo e da implementação de estratégias universais de acesso a bens e serviços. Esses indivíduos,em sua maioria, vão reconhecer o mundo através do tato, utilizando as mãos para ler, se locomover e identificar o mundo a sua volta, mas como fazer isso de forma segura no atual cenário? Diversos estudos têm demonstrado a persistência do SARS-CoV-2 em diferentes superfícies, com a identificação de partículas virais viáveis 72 horas após a exposição, na dependência do tipo de material. Em um mundo de videntes, no qual a visão e a audição têm um papel essencial no apoio à prevenção da COVID-19, a dimensão da ausência precisa ser considerada nas pessoas desprovidas de visão. Neste contexto, justifica-se o desenvolvimento de um aplicativo que possa auxiliar na redução da exposição ao SARS-CoV-2 nas tarefas simples do dia a dia do deficiente visual.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação
Público AlvoPopulação com deficiência visual considerando que é frequentemente comum a combinação de duas ou mais deficiências graves, como por exemplo, movimento cognitivo e sensorial, além de comorbidades pré-existentes como diabetis
Video do Desafio
 
D174 - NOME DO DESAFIO RESPIRADOR MECÂNICO POR MENOS DE R$700
Nome do ProponenteDiego Heleno
JustificativaDesenvolvemos respiradores mecânicos por menos de R$700, modular e fácil escalabilidade
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis
Público AlvoDoentes necessitados de UTI
Video do DesafioNenhum.
 
D175 - NOME DO DESAFIO EDU COM VIDA 19/20
Nome do ProponentePatricia Melo Magoga
JustificativaProponho esse desafio por saber da importância de manter uma educação universal, democrática e de qualidade para todos, ou seja, para quem tem acesso à ferramentas tecnológicas e para aqueles que não tem, para os que tem os pais em condições de orientar nas estratégias de ensino em tempos de COVID19 e para aqueles que não tem. Não existe ainda uma saída eficaz e justa para a educação básica em tempos de pandemia, quarentena e estado de calamidade pública.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Educação
Público AlvoAlunos, pais e profissionais da educação básica do Brasil
Video do DesafioNenhum.
 
D177 - NOME DO DESAFIO TELEPSIQUIATRIA E TELESSAÚDE MENTAL
Nome do ProponenteRODRIGO FONSECA MARTINS LEITE
JustificativaO contexto da pandemia pelo COVID-19 é desafiador para a política pública de saúde mental. A mudança de orientação da rede de serviços de saúde voltada para a nova demanda sanitária pode impactar negativamente na continuidade da assistência aos portadores de transtornos mentais pré-existentes,como transtorno bipolar e psicoses ,bem como no acolhimento de indivíduos com quadros depressivos e ansiosos, potencializados ou desencadeados pela pandemia. Particularmente, a atenção aos enlutados se reveste de importância dada a impossibilidade da realização de velórios e a evolução fulminante da doença.,fatores relacionados a complicação do luto. Além disso, categorias profissionais de serviços essenciais como saúde e segurança igualmente necessitam de cuidado em saúde mental por conta da exposição a risco psicossocial e ocupacional. Por conta do distanciamento social, a teleconsulta em saúde mental configura uma estratégia de garantia de acesso à acolhimento e assistência multiprofissional.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoPortadores de transtornos mentais graves e persistentes, familiares e rede social próxima de pessoas falecidas por COVID-19, profissionais de serviços essenciais em sofrimento psíquico
Video do Desafio
 
D178 - NOME DO DESAFIO COVID-BOTS
Nome do ProponenteWanderson Aldo
JustificativaA minha proposta é melhorar/aperfeiçoar a comunicação sobre as pessoas internadas e seus parentes e familiares. A idéia é criar um mecanismo digital (Hospital/Familiar) que permita fornecer informações sobre pessoas hospitalizada, evitando assim que pessoas tenham informações em tempo pré-determinado (inclusive com vídeo).
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPessoas hospitalizadas em geral
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D179 - NOME DO DESAFIO UM MODELO MATEMÁTICO PARA A COVID-19 UTILIZANDO OS MODELOS SIR E SIRS COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE ORDEM INTEIRA E FRACIONÁRIA
Nome do ProponenteLorena Reis de Lima e Victor Porto Gontijo de Lima
JustificativaA modelagem nos dará uma visão o mais completa possível sobre os impactos sanitários, sociais e econômicos da pandemia do covid-19 no Brasil. Faremos o uso de dois modelos compartimentais, o SIR e o SIRS. O SIR possibilitará um estudo para o caso em que os indivíduos infectados não tenham reincidência na infecção, adquirindo imunidade. Já o modelo SIRS será usado para o caso em que os indivíduos não adquirem imunidade e, passado certo tempo, tornam-se suscetíveis a uma nova infecção.
No caso do SIR, as equações diferenciais contarão com a presença das seguintes taxas: infecção, recuperação, quarentena, nascimento, mortalidade I (para o caso em que os indivíduos morrem devido ao SARS-CoV-2), mortalidade II (para o caso em que os indivíduos morrem devido a outras causas), imigração (aqui contabilizamos indivíduos vindos tanto de outras localidades dentro do país como de fora do país), indivíduos em tratamento, infectados em tratamento e transmissão da doença.
No caso SIRS será adicionada a taxa em que indivíduos recuperados retornam para a classe de suscetíveis e a taxa em que indivíduos quarentenados retornam para alguma outra classe de indivíduos não isolados.
Em paralelo, faremos um levantamento socio-econômico, com dados do IBGE (de acordo com os dados do último censo) para analisar como as desigualdades sociais, econômicas e regionais no Brasil influenciam na evolução da propagação da doença no Brasil.
Assim, esperamos conseguir fornecer um modelo condizente com a realidade social do país, fornecendo resultados e previsões que ajudem a prever, a curto-médio prazo, quais as medidas necessárias para cada região do país; por exemplo, qual região deve entrar em zona de quarentena/lockdown, qual região precisa receber com urgência equipamentos hospitalares, qual região precisa de mais a atenção quanto a recursos de auxílio emergencial, entre outros. Isso com certeza nos auxiliaria a evitar novos epicentros da doença, número desenfreado de infecções em regiões ainda não tão atingidas pela covid-19 e mortes em regiões já afetadas.
O modelo está sendo construído com base em trabalhos na área da matemática. Esses trabalhos introduzem noções de epidemiologia, modelos compartimentais e propõe algumas modelagens SIR e SIRS de acordo com dois métodos: o método de Lyapunov e o método de equações diferenciais de ordem fracionária. No nosso modelo, fazemos uma compilação dos dois estudos, a fim de verificar qual melhor se adequa à dinâmica do novo corona vírus. Todo trabalho computacional e de produção de gráficos será feito / está sendo feito em Python. Os dados socio-econômicos são provenientes de plataformas governamentais confiáveis, como o IBGE. Os dados relacionados ao SARS-CoV-2 são retirados tanto de bancos de dados governamentais como de centros de pesquisa, laboratórios e outras instituições confiáveis envolvidas na coleta e análise desses dados.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Informação
Público AlvoO público beneficiado serão principalmente as pessoas em condições sociais e econômicas desfavorecidas e pessoas do grupo de risco (indiretamente os demais brasileiros).
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D180 - NOME DO DESAFIO VENTILADORES MECÂNICOS DE BAIXO CUSTO
Nome do ProponenteHatus Souza Alves
JustificativaConstruir ventiladores mecânicos de baixo custo, com utilização de componentes de alta disponibilidade, para produção em larga escala e para o combate emergencial ao COVID-19, de forma a evitar que pessoas afetadas fiquem sem atendimento tendo em vista a alta demanda de leitos hospitalares e, também, que os ventiladores mecânicos tradicionais possuem um custo muito elevado e são o principal aparelho utilizado no tratamento dos pacientes acometidos pela doença.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoPessoas afetadas pelo COVID-19 que precisem de atendimento imediato.
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D181 - NOME DO DESAFIO PROFISSIONAIS DE CRAS SEM RESPALDO PELA SAÚDE
Nome do ProponenteDaiane Duarte Ferreira da Silva
JustificativaOs profissionais do Centro de Referência da Assistência Social estão na linha de frente do enfrentamento do Covid19, atendem as pessoas em suas maiores vulnerabilidades, entretanto não recebem respaldo da saúde, apesar de receber um grande número de pessoas no CRAS eles não recebem a vacina da gripe por exemplo. Insumos como máscaras não são disponibilizados. Eu, como coordenadora de CRAS vejo a demanda social cada vez mais crescente e temo pela saúde não só da população como também dos profissionais da assistência social, que além de poucos, não estão protegidos.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoProfissionais da Assistência Social e população atendida pelos CRAS.
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D182 - NOME DO DESAFIO APK/APP PARA SURDOS DIANTE DA COVID-19
Nome do ProponenteARTUR OLIVEIRA DE MENEZES
JustificativaHá quantos surdos no Brasil? Segundo dados de 2010 do IBGE, são 10 milhões de pessoas surdas, cerca de 5% da população brasileira, desses, 2,7 milhões são surdos profundos, ou seja, não escutam e nem falam. Ainda, muitos não foram alfabetizados nem em português nem em LIBRAS.

E como eles neste período de COVID-19 poderão ser "ouvidos" nos ambulatórios, clínicas, hospitais e postos? Como poderão fazer-se entender, já que uma pequeníssima parte dos profissionais de saúde sabem interpretá-los?

O desenvolvimento de um aplicativo torna-se urgente, com respostas claras e objetivas; consultas à termos médicos de uma forma mais simples, análise e interpretação de dados nas duas vias: paciente-médico em uma participação colaborativa e multidisciplinar.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Educação, Informação
Público AlvoPortadores de necessidades especiais - surdos
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D190 - NOME DO DESAFIO PREVENÇÃO E PROMOÇÃO À SAÚDE NAS PERIFERIAS E COMUNIDADES NO CONTEXTO DA COVID-19
Nome do ProponenteAgatha Eleone, Clara Marinho Pereira, Jéssica Remédios e Luciana Barros
JustificativaA pandemia de coronavírus avança diariamente por todo Brasil. Tem sido um grande desafio para os profissionais de saúde acompanhar e monitorar os usuários do SUS com covid, as pessoas próximas que podem ter sido contaminadas por eles e os usuários que têm sintomas compatíveis, mas não testados. Especialmente nas comunidades e periferias, acompanhar os casos suspeitos tem sido difícil. Sobrecarregados com cuidado das pessoas que já apresentam sintomas de síndrome respiratória, os profissionais de saúde estão limitados para propor estratégias de prevenção e promoção da saúde.
Nesse contexto, ferramentas que consigam identificar e monitorar casos suspeitos têm grande importância para os profissionais da atenção básica em saúde. Um aplicativo que possa captar informações sobre idade, gênero, raça, morbidades e sintomas das pessoas de comunidades e periferias e entregar as informações tratadas para as equipes de saúde da família pode ser um grande diferencial no combate à pandemia. Com as informações em mãos, gestores das unidades básicas de saúde podem entender claramente o estado em que se encontram suas áreas e quais seus pontos críticos, permitindo que foquem melhor suas ações e que se articulem com mais efetividade às redes de média e alta complexidade.
De um lado, entende-se que o aplicativo deve ser leve (para funcionar em redes de internet de baixa velocidade), com poucas perguntas, todas simples e diretas, abarcando diferentes níveis de escolaridade; e intuitivo, com desenhos que induzam respostas corretas mesmo de analfabetos funcionais. A soma das perguntas deve indicar um diagnóstico simples, em três cores: verde, amarelo e vermelho. De outro, entende-se que o aplicativo deve disparar um aviso claro à rede de saúde, indicando o nível de gravidade do paciente e o que deve ser feito. A interação entre usuário do SUS e equipe de saúde da família em função do diagnóstico remoto deve ser indicada: SMS, ligação telefônica ou de vídeo, etc. – aquilo que possuir maior rapidez e melhor custo-benefício.
Relatórios de dados produzidos pelo aplicativo devem servir à vigilância em saúde e também ao cidadão comum e a observatórios da sociedade civil, deixando evidente como a covid está atingindo a população; e à pesquisa acadêmica, para que se depreenda os impactos mais gerais da pandemia em localidades vulneráveis.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoComunidades periféricas urbanas
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D191 - NOME DO DESAFIO APLICAÇÃO GEOLOCALIZADA PARA COMUNICAÇÃO E APOIO A MEDIDAS ASSISTENCIAIS
Nome do ProponenteAdriene Sá
JustificativaPropõe-se o desenvolvimento de uma aplicação mobile geolocalizada que permita a informação entre a comunidade e de profissionais da saúde.
Devido a necessidade de distanciamento social, muitos trabalhadores enfrentam sérias dificuldades para a satisfação de suas necessidades mínimas. A principal resposta governamental a esta situação foi o auxílio assistencial emergencial (Lei nº 13.982/2020), incluindo algumas medidas no âmbito dos municípios. Além das iniciativas estatais, diversas organizações não governamentais estão se mobilizando para atender algumas necessidades da população, ainda que pontualmente.
Em meio a esta situação, é notável a deslegitimação de medidas assistenciais por parte de setores da população, principalmente, a partir das redes sociais. Ainda, esta situação demanda, com urgência, um volume muito grande informações e conexões por parte das assistente sociais, que trabalham diretamente com a população mais afetada pelo lockdown.
Qual o problema a ser resolvido?
Esta proposta busca fornecer uma ferramenta de comunicação entre esses três sujeitos (população em geral, assistentes sociais e organizações), com objetivo de:
1) chamar para a reflexão sobre a necessidade e os limites das medidas assistenciais;
2) divulgar as organizações de suporte a população em situação de vulnerabilidade;
3) fomentar a solidariedade e apoio às organizações de apoio.

Neste link há um esboço básico de como funcionaria esta aplicação: https://drive.google.com/open?id=10XJvM4tNI1jKJsaZc5D-I41IxhvFBgWBT6czkZ0IVoA

Neste outro link é possível ver o projeto iniciado em C++: https://github.com/lO-OlAdri/auxilio_emergencial_covid_repositorio

A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Informação
Público AlvoPopulação em geral (vulneráveis/não vulneráveis); profissionais da saúde (especialmente assistentes sociais); organizações não governamentais de apoio a populações vulneráveis.
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D194 - NOME DO DESAFIO HOMECHALLENGECOVID
Nome do Proponente Ana Alicia Medina, Ingrid Assis e Karen Nascimento.
JustificativaO desafio é importante porque é uma forma de interação entre as famílias, incentiva a prática de atividades físicas e intelectuais, além de ser uma proposta para as pessoas saírem da rotina e se divertirem nesse período de confinamento. O propósito é Incentivar a interação da comunidade, a prática de exercícios em casa, estimular a aprendizagem e proporcionar um pouco de diversão neste período.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Informação
Público Alvocrianças a partir de de 3 anos
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D195 - NOME DO DESAFIO PRODUÇÃO DE SABÃO EM BARRA A PARTIR DE ÓLEO DAS LANCHONETES
Nome do ProponenteHéllyka Angélica Vieira Marques Gomes
JustificativaA população de rua, periferias não tem acesso fácil a itens básicos de higiene como sabão. Tendo em vista que restaurantes e lanchonetes estão em funcionamento durante a pandemia, e que durante o funcionamento produzem resíduos de óleo e outras gorduras; seria de grande valia a contribuição deles para o combate à COVID.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis, Meio ambiente
Público AlvoMoradores de rua e favela
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D196 - NOME DO DESAFIO CANAL DO IMIGRANTE
Nome do ProponenteAugusto Cesar da Silva Moreira
JustificativaA solução: um canal de informação que ajuda imigrantes refugiados por meio de mídias impressas ou digitais acessíveis para que eles tenham informações seguras no Brasil.
O problema:
O desde o ano de 2010, o Brasil passou a receber uma grande onda de entrada de imigrantes em situação de refúgio provindos de diferentes países. Segundo o Relatório Anual do Observatório das Migrações Internacionais – OBMigra 2019 publicado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Haitianos, venezuelanos e colombianos são as três principais nacionalidades que formam o grupo de imigrantes no Brasil de 2018.
Infelizmente muitos desses imigrantes têm sido alvos fáceis para pessoas más intencionadas e também são frequentemente vítimas de fakenews. Estudo recentes mostram que a falta de informação, dificuldades com o idioma e acesso à documentação são os principais obstáculos para os estrangeiros no país.
Nos dias atuais onde a informação é essencial, como podem os imigrantes terem informações corretas sobre como agir diante da pandemia. Não informá-los pode acarretar em danos não somente à comunidade em que o mesmo está inserido como também a de brasileiros. Além disso muitos direitos do governo no qual podem desfrutar porém para muitos é desconhecido.
Da infra estrutura:
O Canal do Imigrante é uma plataforma online que usa canais como redes sociais e espaços públicos para divulgação de notícias. Não precisando de um escritório físico porém, a equipe deve estar muito bem alinhada por meio de ferramentas digitais para o trabalho remoto.
Da equipe:
O ideal é uma equipe editorial e técnica formada por um programador, um analista de marketing e um profissional de relações públicas ou afins. São responsáveis pelo portal, gestão dos recursos arrecadados ou da receita para entregar o conteúdo. Devem oferecer treinamento para alguns imigrantes que atuarão como agentes para participarem como redatores, repórteres e etc. Estes podem ser remunerados ou a princípio fazerem o serviço como voluntário.
Da mídia impressa:
Cartazes, banners ou pequenos manuais podem ser impressos e entregues em escolas, hospitais e outros espaços públicos contribuindo com informação aos refugiados e também os funcionários que ali trabalham.
Da mídia digital:
Existem grandes incentivos para propaganda gratuita para o terceiro setor como o Google Grants. Algumas empresas privadas e municípios também permitem que haja um espaço em seus canais para o mesmo. Vídeos curtos podem ser feitos para os mesmo assim como slides, imagens para postar em stories ou no feed de notícias.
Fonte de renda:
O Canal do Imigrante poderá desfrutar de monetização por visualizações em seu canal no YouTube, também pode atuar como influenciador para a comunidade, divulgador e intermediador de produtos e serviços provindo do trabalho de refugiados, pode ter aporte financeiro por meio público ou privado e também de doações de pessoas físicas.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Arte, cultura e entretenimento, Informação
Público AlvoImigrantes refugiados no Brasil
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D197 - NOME DO DESAFIO TRUE NEWS
Nome do ProponenteLuiz Claudio Theodoro
JustificativaNos momentos em que as pessoas ficam fragilizadas pela perspectiva de contraírem doenças como o atual Corona Vírus aparecem de forma absurda e trágica, uma série de notícias falsas que acabam desnorteando as pessoas em geral. A proposta é criar uma ferramenta que auxilia na identificação de fake news. Na quarentena as pessoas ficam mais em casa e consequentemente são expostas a informações que não condizem com a verdade. Algo que possa ajudar a utilizar de conhecimentos sérios e fidedignos passa a ser uma grande necessidade, tanto para a situação que vivemos quanto para várias outras.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público Alvopúblico em geral, leitores de notícias nas redes sociais que buscam por informações sobre tratamentos, medicamentos, procedimentos e demais soluções que possam ajudar em momentos de pandemia, epidemia ou surtos periódicos em geral.
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D198 - NOME DO DESAFIO ACELERAÇÃO DIGITAL
Nome do ProponenteMichael Souza Soares
JustificativaCom o covid-19 veio consequente necessidade do isolamento social forçaram pessoas de todos os cantos do mundo a reinventarem suas rotinas. Trabalhar junto de colegas, fazer confraternizações com amigos, celebrar aniversários, conversar com familiares. Atividades rotineiras passaram a ser realizadas pela internet com o objetivo único de se voltar à normalidade. O que aconteceu na prática foi que as pessoas foram mais velozes que os negócios. Elas criaram hábitos digitais antes que a maior parte das empresas estivessem preparadas para isso.
Nesse contexto, quem mais vem sofrendo sem dúvidas é as micro e pequenas empresas, que precisam se adaptar ao momento e, rapidamente, responder ao desafio de manter o negócio, diante das medidas de distanciamento social e fechamento dos estabelecimentos comerciais que impedem o atendimento presencial.
Isto é uma verdade principalmente para o varejo, já que o isolamento dificulta a experiência de compra física.
Um estudo recente da McKinsey apontou que uma das tendências que estamos vendo no mundo é a emergência dos modelos de negócio contact free, ou seja, nos quais a interação com o cliente é mais virtual e menos física. O que se está vendo nos países em que o surto de covid-19 acabou ou foi controlado é que as pessoas, por exemplo, não estão voltando ao cinema.
A Kantar, em sua pesquisa Barômetro covid-19, confirma esta tendência no Brasil. O estudo apontou que 34% dos consumidores brasileiros estão aumentando suas compras online, e 46% estão reduzindo as compras físicas. E mais, 17% dos brasileiros fizeram sua primeira compra de alimentos pela internet na vida por causa da pandemia.
Porém muitos desses empreendedores desconhecem como realizar essa transformação digital de seus negócios, muito sequer tem afinidade com o mundo digital. Nesse sentido a proposta e de como ajudar esses empreendedores a atualizarem seus negócios para essa nova realidade.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio, Educação
Público AlvoMicro e pequenos empreendedores, varejistas
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D199 - NOME DO DESAFIO GESTÃO DE ANTIBIÓTICOS
Nome do ProponenteLuiz Cláudio Theodoro
JustificativaProfissionais de saúde, nos seus procedimentos usuais, ministram medicamentos, prescrevendo antibióticos para o tratamento adequado. Como a resistência aos antibióticos é agora reconhecida mundialmente como uma grande ameaça à saúde é imperativo que os centros de saúde como hospitais, unidades de atendimento, posto de saúde e outros tenham controle sobre a aplicação destes medicamentos. A proposta desse desafio é criar um sistema que permite integrar toda a cadeia que envolve desde o médico no seu processo de detectar a doença, indicar o antibiótico, passando pela farmácia que disponibiliza este medicamento até os dahsboards que permitem aos profissionais de sáude tomarem decisões, avaliarem os resultados e propor mudanças e formas mais eficientes no trato da saúde do paciente.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoProfissionais de saúde envolvendo médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Hospitais, Centros de Saúde, Postos de Saúde e Unidade de Pronto Atendimento.
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D201 - NOME DO DESAFIO COVID CARE
Nome do ProponenteJuliana Camacho Pereira
JustificativaO Brasil é um país com baixa capacidade de testagem para Covid 19 (63/100.000 habitantes), sendo que outros países como a Alemanha testam 40 vezes mais, e a população apresenta grande dificuldade de acesso ao sistema de saúde, por conta disso queremos desenvolver um modelo que permita ao indivíduo informações relacionadas à sua condição de saúde frente a pandemia, seu estado de saúde no momento da doença e sua evolução.
Descrição resumida do mesmo: Aplicativo para apoio da gestão de capacidade de atendimento de casos de covid-19
Indicar os membros da equipe que desenvolveram o projeto: Victoria Bandeira Moreira dos Santos, Diego da Silva Rodrigues, Gabriel de Mendonça Marinho , Diogo Ribeiro, Victor Santiago da Silva, Bruno Magalhães Barandas.
Sua inspiração: Eagle é um empresa de análise de performance de atletas, dando informações para aprimoramento do resultado técnico. Com a pandemia, pretendemos gerar uma análise de performance dos indivíduos e classificá-los em perfis, de acordo com os sintomas e comorbidades.
O que faz o projeto: Através do nosso aplicativo qualquer pessoa pode mensurar o risco de mortalidade de acordo com comorbidades e avaliar o acompanhamento de seus sintomas. Recebendo uma ficha com todas as informações que podem ser atualizadas com a evolução do seu quadro. O aplicativo também será utilizado para o rastreamento via bairro com as informações geradas pelos usuários.
Como fizeram: Juntamos um grupo de pessoas com expertise em áreas como saúde, ciência de dados, programação e design gráfico e idealizamos um modo de acompanhar pacientes de forma remota, devido a baixa capacidade de diagnóstico sendo utilizados em nosso país e pensando na falta de acesso de indivíduos aos centros de saúde. Fizemos um formulário utilizado por 552 pessoas que nos permitiu calibrar nossa primeira versão do algoritimo para o risco de mortalidade.
Dificuldades que encontraram: Escassez de dados reais epidemiológicos a nível local, o desenvolvimento da literatura e pesquisas científicas que tem acontecido ao mesmo tempo do desenvolvimento da doença, o que acarreta em uma procura constante de novas informações para serem utilizadas, necessidade de desenvolvedores para operacionalizar o sistema de forma mais rápida.
Realizações das quais nos orgulhamos: Foi desenvolvido um algoritmo utilizando informações epidemiológicas da literatura relacionado a comorbidades de pacientes e óbitos de covid-19, que gera um grau de risco de mortalidade.
O que aprendemos: Para dar escala ao nosso algoritimo de comorbidade precisamos obter dados e interagir via aplicativo com possíveis assintomáticos e sintomáticos, para isso precisamos desenvolver o aplicativo PWA.
Próximos passos: Desenvolver o aplicativo PWA, e iniciar o acompanhamento personalizado dos sintomáticos e assintomáticos.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPopulação em geral
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D202 - NOME DO DESAFIO COVIDWATCH - DESAFIOS PARA O HACKCOVID19
Nome do ProponenteLuiz Carlos Batista Junior
Justificativa
Com o intuito de buscar rastrear os possíveis novos casos de covid19, as pessoas que tenham ou adquirirem o "band watch / apple watch" esses relogios que fazem a leitura de pressão arterial, temperatura, oxigenção e outros dados tem ou podem ter em sua mão uma grande ferramenta, pois conforme os especialistas um dos parametros do corpo humano que altera é a saturação, então com essa ferramenta +app será possível via central monitorar esses dados e mandar um alerta, como o relogio consegue armazenar o historico da pessoa, é possível ter parametros para saber de forma isolado o parametro de cada pessoa e definir os niveis "normais" e ter preset individual. Desta maneira consegue-se fazer com que pessoa busque uma unidade de saúde.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoIdosos, Grupo de risco ou quem tenha interesse em ter o relogio
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D204 - NOME DO DESAFIO UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE DE ANÁLISE DE DADOS PARA COMBATE AO COVID-19 EM REGIÕES MUNICIPAIS DE TODO PAÍS
Nome do ProponenteJefferson da Costa Britto Silva
JustificativaA proposta tem como fundamento a falta de divulgação de informações detalhadas acerca dos casos de Covid-19 em todo território brasileiro. As secretarias municipais de saúde tem posse dos números de casos por bairro e cada cidade atua de forma distinta com esses dados, por isso, é viável fazer uma padronização através de um mapeamento detalhado em âmbito nacional por meio de infográficos desenvolvidos utilizando o software Power BI. A proposta tem como fundamento levar essa informação de forma simples e acessível afim de que toda a população possa compreendê-los e se prevenir de andar nas regiões de maior incidência, além de auxiliar as autoridades municipais competentes no desenvolvimento e monitoramento de políticas públicas de higienização e combate à pandemia. E devido a utilização de um software gratuito e dados públicos, a proposta apresenta um vantajoso aspecto econômico.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Informação
Público AlvoPopulação em geral e prefeituras
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D207 - NOME DO DESAFIO PADM - PROTOCOLO DE ANTISSEPSIA E DESINFECÇÃO MASSIVA
Nome do ProponenteMarcelo Soares Crespo
JustificativaO PADM – Protocolo de Antissepsia e Desinfecção Massiva surgiu da percepção da existência de outros antissépticos e desinfetantes, relegados ao esquecimento, efetivos contra os ß-Coronavirus, num momento em que as publicações oficiais limitavam-se a recomendar o álcool 70%, curiosamente o produto mais caro e o menos disponível no Brasil, país que é o segundo maior produtor alcooleiro do mundo.
O PADM traz medidas específicas de proteção para os trabalhadores da saúde que atuam na linha de frente, no atendimento de pacientes positivos para a COVID-19, especialmente nos casos de exposição ocupacional acidental e para a correta inativação dos materiais biológicos contaminados pelo novo Coronavirus.
Além disso, o PADM visa a democratizar e capilarizar o uso de antissépticos e desinfetantes baratos, efetivos, acessíveis a toda a população, especialmente as pessoas mais vulneráveis, além de resultar em menor impacto econômico aos cofres públicos, nesse difícil período de calamidade sanitária.

No PADM recomenda-se o uso dos seguintes antissépticos e desinfetantes, comprovadamente efetivos contra o Coronavirus, com base em evidências científicas:

1. Povidina iodada 0,25%, facilmente preparada em casa, por qualquer pessoa, a partir da PVP-I 10% comprada em farmácias e drogarias. Custo: R$1,50/litro de solução.
2. Peróxido de hidrogênio 0,5%, facilmente preparada em casa, por qualquer pessoa, a partir da água oxigenada comprada em farmácias e drogarias. Custo: R$6,00/litro de solução (ou R$0,20/litro, se preparado a partir do H2O2 50%).
3. Hipoclorito de sódio 0,1%, facilmente preparado em casa, por qualquer pessoa, a partir da água sanitária comprada em supermercados. Custo: R$0,10/litro de solução.
4. Álcool 70%, na forma líquida, que custa cerca de R$40,00 (litro) e em gel, que custa entre R$70,00 e R$90,00 (litro).

OBSERVAÇÃO: a Povidina iodada é mais efetiva que o álcool 70% (líquido ou gel), pois promove a mesma desinfecção em 1/4 do tempo de exposição.
Através do Hackcovid-19, o PADM poderá ter seu alcance, ao público-alvo, amplamente aumentado, através de aplicativos, website (que já está em desenvolvimento por dois hackers voluntários: um de Portugal e outro de Santa Catarina), dentre outras ferramentas digitais que poderão dar voz ao PADM, para que as informações do estejam amplamente disponíveis a todos. A população precisa saber desses produtos que são tão efetivos para a estruturação de barreiras químicas contra o novo Coronavirus quanto o álcool gel e que custam até 900 (novecentas) vezes menos.
Os parcos recusos que os mais vulneráveis dispõem nesse período de pandemia têm que ser destinados à alimentação, e não à compra do absurdamente caro álcool em gel.
A finalidade do PADM é humanitária e, nesse momento, uma questão de saúde pública. As informações contidas no PADM são de livre utilização e replicação, visando a informar as pessoas quanto às medidas seguras de proteção contra o novo Coronavirus.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Empresas e comércio, Educação, Informação
Público Alvo- Pessoas dos grupos de risco que estão em isolamento social, em casa; - Pessoas em estado de vulnerabilidade (moradores de rua, de comunidades, de favelas); - Comunidades indígenas e quilombolas; - Trabalhadores dos serviços essenciais, do comércio, indústrias e da saúde; - Profissionais da saúde, para proteção e nos casos de exposição ocupacional acidental; - Gestores da saúde - Gestores dos poderes públicos nos municípios, estados e federação.
Video do DesafioNenhum.
 
D213 - NOME DO DESAFIO DELIVERY EFICIENTE
Nome do ProponenteBruna Mansano
JustificativaTer o mesmo entregador de Delivery para diferentes estabelecimentos do mesmo quarteirão, faz com que tenha menos pessoas circulando pela cidade!
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis, Empresas e comércio
Público AlvoPopulações vulneráveis
Video do DesafioNenhum.
 
D215 - NOME DO DESAFIO PROGRAMA DE TELEATENDIMENTO PARA EDUCAP DO ALEMÃO
Nome do ProponenteLucia de Fátima Oliveira Cabral
JustificativaO Educap é um projeto voltado para educação, com a intenção de capacitar os moradores da comunidade do Alemão, de forma a gerar independência financeira para os mesmos, com o COVID19 passou a atender assistencialmente 500 famílias.
O Principal problema encontrado, foi a precariedade no suporte para a saúde mental da sociedade. A preocupação são as sequelas que ficarão pós pandemia, hoje existe uma parceria com um programa de tele atendimento, que precisa ser desenvolvido com o objetivo de reduzir problemas como ansiedade, síndrome do pânico e depressão.
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoMoradores da Comunidade do Alemão
Video do Desafio
 
D216 - NOME DO DESAFIO SUSTENTAÇÃO DA CRECHE SÃO JOÃO
Nome do ProponenteLília Lima
JustificativaCom a COVID 19 a Comunidade da Rocinha passou a receber muitas ajudas e doações de fora.
A intenção é que essa visibilidade que a comunidade ganhou não se perca, visando sempre a melhoria e aumento de qualidade de vida dos que habitam nela. Fizemos uma enquete sobre o que mais se faz necessário no momento, e todas as respostam se voltam para qualidade de vida.
Acreditamos que uma forma de conquistarmos isto é manter essa visibilidade, e assim trazer parceiros e investimentos para dentro comunidade.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis, Empresas e comércio
Público AlvoMoradores da comunidade da Rocinha
Video do Desafio
 
D217 - NOME DO DESAFIO MOVIMENTO DE PESSOAS SOLIDÁRIAS PARA ASSISTENCIA A POPULAÇÃO DE RUA
Nome do ProponenteIsaque Lopes
JustificativaO MPS é um projeto voltado para o assistencialismo de população em situação de rua e tem o voluntariado como o seu pilar principal. Nosso foco é dar suporte da melhor forma possível para essa população, de forma a rescindi-los na sociedade.
Nossa intenção é acabar com o preconceito que ronda o trabalho voluntário para população em situação de rua, através do fomento desse principio. Entendemos que o poder de um ser humano eleva o todo, por isso a necessidade de fomentar o trabalho voluntário e atrair cada vez mais pessoas
A quem vai BeneficiarSaúde, Comunidade, Populações vulneráveis, Grupos de risco, Educação, Informação
Público AlvoPopulação em Situação de Rua
Video do Desafio
 
D218 - NOME DO DESAFIO PIA DO BEM
Nome do ProponenteAna Paula Gomes Rios
JustificativaA Pia do Bem é um modelo de pia, que pode ser instala na rua e nasceu para garantir que os moradores em situação de rua tenham direito de lavar as mãos. Esse é uma das principais orientações da OMS no combate ao contágio do coronavirus. E estamos falando em quase 15mil pessoas em situação de rua, só no Rio de Janeiro, que não tem como se proteger da covid-19.

Lavar as mãos é um direito de todos e Pode salvar vidas!

Precisamos de algo para monitorar, rastrear e até cadastrar novos parceiros e padrinho para a Pia do Bem.
A quem vai BeneficiarSaúde, Populações vulneráveis, Grupos de risco
Público AlvoMoradores em situação de rua
Video do Desafio
 
D219 - NOME DO DESAFIO CONSTRUIR UM WEBSITE COM FERRAMENTA DE DOAÇÃO DE RECURSOS PARA O PROJETO DE JUDÔ COMUNITÁRIO MALACACHETA DA ASSOCIAÇÃO NAGAI NO COMPLEXO DO ALEMÃO X LARES
Nome do ProponenteRejane Luna e Silvana Naga
JustificativaO projeto Machacheta é coordenado por Rejane Luna e Silvana Nagai, duas mulheres da associação Nagai, situada no Complexo do Alemão - uma área de alta vulnerabilidade social. Usa o judô como ferramenta para facilitar o acesso de jovens e crianças à educação, ao esporte, ao lazer, e a novas perspectivas de vida comunitária que os afasta das drogas, do crime organizado e da miséria. Além disso, o projeto já conseguiu várias bolsas de estudos em colégios e faculdades privados para seus integrantes, e formou e emprega (CLT) jovens da comunidade como monitores. Assim, o projeto melhora o bem-estar social local e ajuda jovens vulneráveis a se tornar novos referênciais de sucesso na comunidade. A pandemia ameaça a existência do projeto e as organizadoras estão buscando recursos para continuar as aulas online, conseguir cestas básicas para as famílias dos jovens participantes, e manter o projeto e os empregos que ele criou. Por isso, o projeto precisa construir um website lindo e atrativo com ferramentas de doação de recursos e estratégia SEO bem feita para conseguir captar novos recursos.
A quem vai BeneficiarPopulações vulneráveis
Público AlvoO público-alvo do projeto é a comunidade do Complexo do Alemão no Rio de Janeiro, com ênfase particular em jovens e crianças vulneráveis.
Video do Desafio
 
D224 - NOME DO DESAFIO COMBATE À FOME MANGUINHOS
Nome do ProponenteCândida de Manguinhos LARES UFRJ
JustificativaCândida de Manguinhos é líder comunitária, e vem trabalhando na ativação de doadores de alimentos e itens de necessidade básica, que tem sido distribuídos para famílias do Complexo de Manguinhos, cujos provedores de renda foram diretamente afetados pela pandemia do COVID-19, e agora se encontram em situação de fome e extrema vulnerabilidade. É necessário o desenvolvimento de uma ferramenta para arrecadação e distribuição de alimentos para as pessoas em situação de fome e de insegurança alimentar.
A quem vai BeneficiarComunidade, Populações vulneráveis
Público AlvoMoradores da favela CCPL em crise de segurança alimentar.
Video do DesafioNenhum.